Frase de Júlio Augusto Torto
Se eu pudesse mandar um recado pra minha terra, diria com o coração apertado e cheio de lembrança: Querida Rio Verde das abóboras, Hoje me peguei lembrando do menino Júlio – o "Julin", "fi" da dona Gilza, neto da "véia" Tieta. Nasceu e cresceu onde tudo parecia possível, mas quase nada se podia para o povo humilde daquele solo — um velho retrato da botina suja de poder. “Como, agora, olvidar-me de ti?” — verso do hino que ainda ecoa no meu lamento. Saudoso, jamais esquecerei do que vivi. E é mesmo estranho sentir saudade de um lugar marcado por dor e violência, mas mesmo com tudo isso, eu olho pra você hoje e digo com orgulho: Que bom te ver melhor, Rio Verde!
No pensador.ai desde