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Frase de João Batista de Mello Neto

Teologia De onde viemos? Para onde vamos? Porfiemos em seu nome Mesmo que não o disséssemos De existência intemporal De embasamento banal Esbanja sua onipotência Que nós faz ir além da própria moral Desperta no humanoide Seu mais puro desejo megalomaníaco Desperta no humano Seu mais puro desejo demoníaco Seu nome é manchado com inveja Seu nome é manchado com cobiça Um pandemônio se estabelece na igreja E quem não concordar, por favor, se retira Ainda há aqueles que duvidam Ainda há aqueles que criticam Mesmo de argumentos retóricos Sua existência desperta no humano, seu lado mais ontológico

João Batista de Mello Neto

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Pensador.com

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Outras frases de João Batista de Mello Neto

Passe Livre Sabe bem, tira de mim esse abraço Sabe bem, tira de mim esse retrato
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Passe Livre Sabe bem, tira de mim esse abraço Sabe bem, tira de mim esse retrato Sabe bem, tira de mim esse estrato Sabe bem, engula esse rato De fato, não é fato Que meu ódio é moldado De fato, não é fato Que seu falso retrato agora já é barato Entre todos os continentes Uma mulher ainda não é empoderada Esse desespero audível Me deixa desesperado e empoeirado Essa sua falsidade tem fim? Vamos tomar um sorvete! Banhado em vinho Vinho em rim Mulher deixa de ser trouxa E torne-se o mais potente rugido Não sucumba ao arrependimento do molestador Pois o seu caráter ele rouba Agora um irmão de verdade Vitima da agressão Sucumbiu a pensão Tenho pena dessa sua bondade Admiro a sua gentileza Ou repudio essa sua gentileza A ilusão de amizade Fez de você uma prisioneira Agora de forma rasteira Seu irmão de verdade Não se arrepende de seu pecado Não caia na armadilha novamente mulher

A dor em suas costas De modo nenhum deve subestima-la De forma que não veio de lá
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A dor em suas costas De modo nenhum deve subestima-la De forma que não veio de lá Ela é um poço de mistério De forma estéril Seu cantar seduz obliquamente os homens De modo nenhum deve subestima-la De forma que não veio de lá Ela é um poço de bondade e aqueles que interferem, somem Não deseja ser reverenciada Muito pelo contrário, é mulher digna de ser beijada Que seu cantar seja o abrir de um novo horizonte E que sua batalha continue, incomodando os montes Suas costas doem Dor de garras Dor de trabalho Dor de faxina Que a deixem cantar Sem interrompê-la De modo nenhum deve subestima-la De forma que não veio de lá Que a sua canção Seja o abrir de um novo horizonte Que seja o abrir Da alvorada de uma nova era

Fedor Eu não tenho nenhum cheiro Meu medo vai muito além do receio
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Fedor Eu não tenho nenhum cheiro Meu medo vai muito além do receio Eu tinha um amigo porém agora ele me odeia Acabou a hora do recreio E o futuro me mata Me consome além da conta E eu ainda não sei sobre o que se trata Eu tinha um amigo porém agora ele me odeia O conflito já não é mais o bastante Quero saciar minha sede delirante Quero romper a barreira da moral Criar minhas próprias regras no meu mundo ideal E se isso não te agradar Quero que se foda Pois no meu mundo Apenas eu vou repousar E não importa o quanto eu estudar Esse vermes continuaram comendo meus tendões Apesar do pesar Eu sinto prazer sendo atingido por esses ferrões Ser um adolescente é ser ingênuo Se meu caráter não se moldar até os 19 Posso declarar minha vida acabada Pois se depender de mim, minha índole será resumida a punk rock

Seu Favorito Posso ser seu favorito? Te segurar nos meus braços
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Seu Favorito Posso ser seu favorito? Te segurar nos meus braços Juntos olhar o infinito Mandar todos se foderem no recinto Viver contigo uma aventura prazerosa Levar nossos corpos ao limite numa dança de risco Entrelaçados em seda, imersos em maciez Poderia você me tornar favorito? Poderia você valorizar meu romantismo? Poderia você valorizar meu romantismo? Poderia você me dar sua mão? Poderia você tirar de mim esse martírio? Tenho medo de expressar como me sinto Tenho medo de fazer meus medos te afastarem de mim Você quer um brinco? Posso te dar meu coração em formato de brinco Seria a mulher mais elegante do continente Curvar iam-se a sua vontade, por ser tão obsoleta Porém todos chorariam ao encarar seus brincos Após saberem que são feitos de coração de poeta