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Frase de Celso de Freitas

Nessas horas de aguas noturnas Deslizando na vidraça fria Vai surgindo como alma nua No vazio etéreo da melodia Lembranças da imagem tua Nessas horas de aguas noturnas Quando um vento assopra do norte E de alegria faz sorrir uma flor No deserto árido da boa sorte Some no oásis a miragem da dor Nessas horas de aguas noturnas Como teatro liquido cristalino Segredos escorrem pelo chão Torrentes da alma em desatino Borbulham coisas do coração Nessas horas de aguas noturnas Na lentidão do tempo que corrói Como o híbrido passado da ironia Fala mais alto o bem que não dói Despedindo da noite um novo dia

Celso de Freitas

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pensar poema É extrair o sumo Da beleza da fruta Cuja essência Esconde o misterioso aroma Suave e doce Lido pelos os olhos do coração Pensar poema É viajar fora de si mesmo Alçar as velas Em aguas desconhecidas E festejar a chegada Em território estrangeiro

Escrever coisas que a gente gosta É dar asas à liberdade É pairar sobre o ninho
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Escrever coisas que a gente gosta É dar asas à liberdade É pairar sobre o ninho Liberando os ovos incubados Da imaginação na grafia É soltar das rédeas a ânsia Que ópta pelo sofrer A dor incessante da reflexão Fazer acrobacia com o pensamento Fustigando a fera enjaulada Não domesticada do potencial Desatar águas dormidas Do subconsciente represado Vomitando larvas vulcânicas Numa cratera de idéias Numa busca de paixão