Frase de André Moraes
Dos Meus Vícios Trago em mim o trago destilado Da fumaça embriagada das cortinas Nas janelas empoeiradas que refina Tão fugaz sagacidade de meu fado Neste intenso resplendor enlameado Regressivo a fusão do meu espírito Manifesta-se num flagelo quão explicito Traduzindo um coração amargurado E destes hábitos a que faço meu refugio Renego em alto minh’alma ao perjúrio Em uma putrefação viva e amarga E no teso fardo que aspira o existir Precedo assim o inevitável que há por vir Imorredouro sono que a nós todos resguarda
No pensador.ai desde