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Frase de Everton Arieiro

Na velhice Já são anos escrevendo; As histórias de uma face; Já são dias escurecendo; Desejando que me abrace. São os dias de beleza; Os que vens a encontrar; E me vejo sem destreza; E só falta te amar. Um amor que é diferente; Um que veio do infinito; Um amor que faz contente; Um do rosto mais bonito. É uma bela que é fera; É um rosto que se rende; É uma força que é mera; É uma força que a mim prende. O abraço que não solta; O beijo que não desfaz; O caminho que não volta; O amor que satisfaz. Já são anos escrevendo; Sobre o amor que nasceu; E me vou envelhecendo; E esse amor ainda é meu.

Everton Arieiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Everton Arieiro

Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível…
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Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível quando trabalho nesta parte.

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o en…
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A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o encontro, para rir do tempo que fez desencontrar.