Frase de Celso de Freitas
Eu posso ver os teus olhos Com os azuis dos olhares meus Mas meus mares você não vê Com os azuis dos olhos teus
No pensador.ai desde
Eu posso ver os teus olhos Com os azuis dos olhares meus Mas meus mares você não vê Com os azuis dos olhos teus
No pensador.ai desde
Pensar poema É extrair o sumo Da beleza da fruta
Pensar poema É extrair o sumo Da beleza da fruta Cuja essência Esconde o misterioso aroma Suave e doce Lido pelos os olhos do coração Pensar poema É viajar fora de si mesmo Alçar as velas Em aguas desconhecidas E festejar a chegada Em território estrangeiro
Escrever coisas que a gente gosta É dar asas à liberdade É pairar sobre o ninho
Escrever coisas que a gente gosta É dar asas à liberdade É pairar sobre o ninho Liberando os ovos incubados Da imaginação na grafia É soltar das rédeas a ânsia Que ópta pelo sofrer A dor incessante da reflexão Fazer acrobacia com o pensamento Fustigando a fera enjaulada Não domesticada do potencial Desatar águas dormidas Do subconsciente represado Vomitando larvas vulcânicas Numa cratera de idéias Numa busca de paixão
Meu pedaço de hoje Meu fragmento de vida Derramando sem remorso
Meu pedaço de hoje Meu fragmento de vida Derramando sem remorso Seus minutos de ouro Nessa vala escorregadiça Desse sofrer não programado Que me faz escapar pelos dedos Todo querer voraz Toda audácia desvairada Toda ilusão sentida
Navegar em meio as aguas Nesse mar tranquilo ondulado Isolado do mundo que só eu
Navegar em meio as aguas Nesse mar tranquilo ondulado Isolado do mundo que só eu Pensar do meu sonho fugaz Ouvir das ondas uma voz Arrastada por caracóis Entre brisas e lembranças Com esse cheiro de solidão voraz Que nas cálidas noites sem lua Do triste momento o meu anseio Ser acariciado por tua mão nua