Frase de Suzana Martins
Na ponta do verso escrevo teu silêncio. Poemo. Rabisco. Rasuro teu corpo. me ama. te amo. componho-me em teus desejos.
No pensador.ai desde
Na ponta do verso escrevo teu silêncio. Poemo. Rabisco. Rasuro teu corpo. me ama. te amo. componho-me em teus desejos.
No pensador.ai desde
Levarei dentro de mim pedaços de versos, nostalgias cinzentas e algumas tempestades. Num dia de luz nublada, hei de partir,
Levarei dentro de mim pedaços de versos, nostalgias cinzentas e algumas tempestades. Num dia de luz nublada, hei de partir, carregando apenas fragmentos de mim...
Até tentei apagar alguns poemas, mas tudo ficou solto no ar, tal qual uma pipa de papel além do céu. Um vazio tomou conta de mim. O silêncio fez barulhos ensurdecedores. E o hiato, dessas gavetas, estava cheio de sentimentos escritos pelas minhas saudades. Versos intocáveis. Miss…
Até tentei apagar alguns poemas, mas tudo ficou solto no ar, tal qual uma pipa de papel além do céu. Um vazio tomou conta de mim. O silêncio fez barulhos ensurdecedores. E o hiato, dessas gavetas, estava cheio de sentimentos escritos pelas minhas saudades. Versos intocáveis. Missivas inacabadas e sachês de chá que perfumavam as distâncias.
Pouco a pouco me reviro pelo avesso e, num papel amarelecido, anoto as nostalgias que precisam de respostas. Num silêncio barulhento replico rasuras que esgotam as metáforas guardadas em mim.
O que eu deixei para trás foi apenas a figura das ondas que quebram na praia. O mar, esse desenho de cores múltiplas, está sempre em mim, mesmo que nas entrelinhas.