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Frase de Mariana Mens

Alma e coração doam-se, sem findar-se A alma é feita de pedaços de sentimentos e suas extensões, sem fim e sem dimensões. A cada abraço se vai um pedaço, levado por outro coração. A cada beijo, mais um pedaço, levado por um possível grande amor. A cada toque, mais um pedaço, que pode ser como um cristal ou um caco de vidro depende a quem foi dado. Diversos pedaços se fazem em alma, difundem-se com o coração, pouco a pouco se vão, se vai um pedacinho do coração, mas sem nunca findar-se a alma que é imensidão. A alma se faz dos sentimentos do coração, daquilo que se sente, sendo assim digo por mim que sou o que sinto e nada sou se nada sinto. A alma se desfaz em pedaços, e se dá sem pensar, apenas em um leve tocar, entrelaçar de almas, então a alma doa-se querendo dar um pedaço de si, um pedaço de amor, um pedaço de alegria na esperança que a outra alma pegue o seu pedaço, preencha seu espaço e simplesmente por doar amor, sem nada esperar, apenas por se alegrar ao ver um sorriso, e se contentar sabendo da alegria e sensação que habita num sorriso, mesmo que invisível. A alma e o coração não são egoístas, desconhecem tal significado. A alma é feita de pedaços e o coração é feito de imensidão. A alma, por sua natureza, possui o desejo de doar-se e preencher aquele que aceite seu pedacinho, por simplesmente ter o dom de doar-se, pois assim como o coração sabe que a melhor maneira da vida nos doar a felicidade é antes se doar à vida, assim como antes de se receber amor é preciso doá-lo e se doar. A alma e o coração em suas imensidões não medem espaço, nem contam seus pedaços, por não se limitarem, nunca se findam, tornam-se pequenos e engrandecem sem perceber. Esse é dom do ser que aprendeu com a vida a amar.

Mariana Mens

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Mariana Mens

Pressentimento imprescritível Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas. Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas.
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Pressentimento imprescritível Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas. Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas. Sinto saudade de ouvir sua voz, ser levada até você através do pensamento e ser surpreendida no exato momento pela sua ligação, provando assim nossa ligação até mesmo através de um breve pensamento. Sinto saudade de me envolver, sem ligar. Sinto saudade de te ter e não ter medo de te perder, pois apenas estava aproveitando o momento. Sinto, hoje, dentro do meu coração que ambos estamos a nos procurar, mas com medo recuamos. Sinto um intenso desejo de te rever, o qual é estimulado pelos pensamentos e lembranças que me levam até você. Sinto, neste momento, lágrimas pelo meu rosto escorrerem e meu coração se despedaçar nessa intensa emoção por sua razão. Sinto que em algum lugar ainda vou te reencontrar nem que para isso o que me reste é desesperadamente lhe procurar.

Realidade inventada Vejo o sol, vejo o mar; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar;
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Realidade inventada Vejo o sol, vejo o mar; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar; Vejo que estou sob a luz do luar, vejo o tempo passar; Vejo a chuva tudo molhar, vejo a estrela brilhar; Vejo esse meu sonho acabar, vejo-me a tentar tudo melhorar; Vejo esse meu pensamento tentando melhorar se acabar; Vejo esperança no olho brilhar, vejo a beleza em tudo que há; Vejo esperança nos olhos de uma criança, mas não vejo mais em meu olhar; Vejo a beleza em todos, mas não vejo em mim, tão pouco reconheço meu reflexo; Vejo que estou presa neste baú a que devo chamar de coração, estou aqui esquecida; Vejo que não tenho ações nem reações, pois estou presa neste coração; Vejo que tudo que há de bom em mim está aqui, mas está guardado e preso no fundo deste baú onde ninguém pode ver além de mim; Vejo que deixei de sentir, vejo meu olhar se apagar e se calar; Vejo o meu sorriso aqui escondido e preso neste baú a que devo chamar de coração; Vejo meus sonhos se perderem, minhas esperanças desaparecerem e eu estamos aqui presos sem ter como reagir diante a essas injustiças; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lua a noite iluminar; Vejo que meu baú foi-se a atirar sobre as ondas deste mar; Vejo que dói me lembrar, vejo eu neste mar me atirar presa dentro deste baú; Vejo que aqui não é mais meu lugar, mas não tenho como escapar terei que junto a este baú, chamado coração, devo me atirar; Vejo meu lar desmoronar, meu ser desaparecer e meu sonho de esperança acabar; Vejo agora que acordei tudo ainda está aqui, nada mudou; Desse sonho de desabafo e esperança acordei;