Pular para o conteúdo

Frase de Marco Rocca

"Chuva pelo rio" Havia um pouco de luz ao fim de mais uma tarde. O rio crispado pela chuva, levantava-se para noite. A meu lado você sorria... Diria que nesse instante, fosse o que mais queria. Nossos corpos molhados tiritavam o frio pela brisa, como água permanente à tempestade sem passar. Despidos nos amávamos... Feitos quase nada à guisa, feitos quase tudo, alegria.

Marco Rocca

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Marco Rocca

⁠Poema: "Átimo" Estrito ao vazio, curvo letras
Continuar lendo

⁠Poema: "Átimo" Estrito ao vazio, curvo letras em trapézios de solidão. Exposto a ventos, disperso certezas, por emoção. Na suave lembrança, retenho brisas breves, plenos momentos...

Poema: "Sotavento" De meu canto, sempre fico quieto.
Continuar lendo

Poema: "Sotavento" De meu canto, sempre fico quieto. Melhor assim. Não tenho como opinar, se há um Deus e um demônio residindo dentro de mim... Quisera eu, retroagir. Para erros passados, corrigir. Mas, não posso! A cada dia vejo células, telômeros... Esgotarem-se ao tempo. Ah, o tempo! Guarda em si a ternura do passado e a amargura de cada pedaço, cada milímetro... A soprar em sotavento.

⁠"pela madrugada..." Na cobardia de minhas angústias, revisito cátedras de paralelepípedos
Continuar lendo

⁠"pela madrugada..." Na cobardia de minhas angústias, revisito cátedras de paralelepípedos soltos e morfologicamente opacos. Se não bastasse este corpo fraco, dissecaria ternuras. Para que elas, embebedassem à alma de vinho, de mar salgado e de todo sangue. Porém, a febre queima em desalinho, rudimentarmente entalha os móveis. Na madrugada talha o chope de bar, fatigadamente dirige automóveis, ardendo-se de vida. Enquanto, a noite plange...