Frase de Marco Rocca
"pela madrugada..." Na cobardia de minhas angústias, revisito cátedras de paralelepípedos soltos e morfologicamente opacos. Se não bastasse este corpo fraco, dissecaria ternuras. Para que elas, embebedassem à alma de vinho, de mar salgado e de todo sangue. Porém, a febre queima em desalinho, rudimentarmente entalha os móveis. Na madrugada talha o chope de bar, fatigadamente dirige automóveis, ardendo-se de vida. Enquanto, a noite plange...
No pensador.ai desde