Frase de Jean Carlo Barusso
SONETO DE PERDÃO Meu amor, peço-te: não fiques triste Se algum mal, porventura, te fizer Pois nosso sentimento me persiste E perdurará haja o que houver Meu amor, vem cá: dê-me tua mão Pensa: se o mal que foi-te cometido Foi, por mim, feito a ti despercebido Não sou, por fim, digno do teu perdão? Quem ama sabe, sim, que sofre e morre Sabe também que vive à redenção Assim que vive, e morre, quem se entrega Se nada vale a vida que decorre Sem teu perdão, (oh!, dor que me carrega) Diz-me, então: de que vale amar em vão?
No pensador.ai desde