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Frase de Willian Menin

Houve outrora em que eu tentei escrever uma poesia romântica, tolice eu nao era mais romântico, na semantica da vida eu queria ser poeta, entre traços e rabiscos eu fazia minha meta, Uma meta bem pequena se comparada aos grandes heróis da história que você consome, No navio de napoleão eu sou um tripulante sem nome. Em versos curtos demonstro minha poesia, com o propósito nobre de aquecer vossos corações ou em uma Lorota fria tento causar boas reflexões. Viajando para o passado ou quem sabe o futuro, vasculhando dentro e fora das memórias, Para que no fim você receba uma boa história. O seu coração vazio eu tentei prencher, Em um dia ensolarado eu deixei chover, Sua pele fria eu tentei aquecer, Coisa que o sol a muitas manhãs deixou de fazer. O homem de uma perna só navegava rio a baixo e quanto mais baixo ia, mais se perdia, se perdia do que ele foi um dia. Desceu as águas em busca de si mesmo, esqueceu de voltar depois de encontrar. A raiva que o persegue não passa da sombra do homem que foi um dia. Quanto mais você a tenta reprimir, mais ela tende a te esmagar, O pequeno facho de luz que traz consigo, da a esperança que um dia encontrará seu caminho, Continue navegando.⁠

Willian Menin

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Willian Menin

⁠Em um dia chuvoso, tomei refúgio no único bar aberto da cidade, Lá encontrei um velhinho sentado que sozinho estava bebendo, Me convidou para sentar em sua mesa, dividindo comigo um copo de sua cerveja,
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⁠Em um dia chuvoso, tomei refúgio no único bar aberto da cidade, Lá encontrei um velhinho sentado que sozinho estava bebendo, Me convidou para sentar em sua mesa, dividindo comigo um copo de sua cerveja, Dizendo que havia uma história para me contar. Tudo começou em meados dos séculos passados, época dos românticos apaixonados, Das invenções e criações. Havia um garoto que trabalhava em uma fábrica, todo dia ele tinha que girar um parafuso, em uma esteira sem fim, vem um vem dois vem três parafusos a cada segundo, Parece louco ou talvez um pouco confuso, mas tudo que esse menino sabia era apertar um simples parafuso. No meio de toda essa confusão, havia uma garota, a filha do patrão, Ela vinha com uma jarra cheia de água, para ajudar todos a quem necessitava, Ele nem sequer tinha sede, mas pedia um copo cheio de água, Só para ver ela sorrindo enquanto a água no copo derramava, Ela tinha um sorisso lindo que o deixava todo perdido ou quem sabe apaixonado, Mas quem ligaria para um mero funcionário? A garota seguiu a linha de produção e o menino voltou ao seu trabalho, apertando os parafusos com um simples sorriso, o patrão passou e disse: "Que bom que está gostando, amanhã você tem mais serviço!". Todos os dias pareciam iguais, As máquinas ligavam, A sirene soava, A esteira andava, Os parafusos apertava, A filha do patrão passava, Ela sorria e ele se perdia. Até que um dia estranho tudo mudou, A máquina não ligou, A sirene nao soou, A esteira não andou, Estava sozinho sem entender nada, ele entrou na fábrica errada? O garoto deslocou-se até os interruptores e ligou a energia, As máquinas fizeram um barulho e a esteira começou girar e os parafusos aparecer, Aproveitando-se daquele estranho momento para então buscar conhecimento, Resolveu seguir a linha de produção. Passou pelo primeiro setor a qual ele já conhecia e adentrou no segundo setor, A esteira estava mais rápida e carregada, Sem nenhum tipo de ajuda ou manual, o menino tentou montar aquele estranho objeto ao lado dos parafusos, Apertou ali, girou lá, puxou aqui, depois de muitas tentativas fracassadas, o objeto encaixou e o garoto sorriu, pois ele finalmente conseguiu! Soltou o objeto estranho na esteira e prosseguiu para o próximo setor determinado a chegar no final. No terceiro setor a esteira estava muito devagar, quase parando, lá estava seu objeto lentamente chegando. Não havia nada para montar ali, Apenas a esteira indo cuidadosamente devagar à um tonel enorme escrito "Lixo". Resolveu seguir para o quarto setor, E para sua surpresa? Era exatamente igual ao primeiro. Tão igual que tinha vários armários no canto meio empoeirados, Em um deles havia seu nome. O garoto deu a volta na fabrica, Só então percebeu que de garoto ele não tinha nada. Olhou no espelho e não se reconheceu, Barba branca, cabelo grisalho e uma bengala em sua mão direita, Se perguntava quando foi que ela apareceu ali. O garoto demorou a vida toda para chegar ao fim da fábrica, para só então perceber que gastou todo seu tempo fazendo absolutamente nada. Então eu perguntei ao velho, " E a filha do patrão onde está?" O velho com um sorriso respondeu, " Essa não é uma história de amor, E sim de um cara que acordou para a vida quando já não lhe havia mais tempo nela". O copo por fim estava vazio, Junto com a chuva que havia cessado, Me levantei e agradeci a cerveja ao velho grisalho, "Obrigado, mas vou voltar ao meu trabalho". O mesmo despediu-se com um sorriso triste em seu rosto surrado, Pois via a si mesmo cometendo os mesmos erros do passado.

⁠Lembra mãe? Daquele tempo gostoso que não volta, entre eu e a senhora,
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⁠Lembra mãe? Daquele tempo gostoso que não volta, entre eu e a senhora, Você era minha heroína, eu só não sabia disso ainda. Me mandava no mercado na hora do desenho e eu ficava chateado botando sua cabeça a prêmio, Me mandava estudar praticar ortográfia e eu mal sabia que usaria isto um dia. Lembra pai? Daquele tempo gostoso que não volta, Entre eu e o senhor, Eu sei que a gente brigava, mas no fundo eu só te admirava. Quando eu fazia algo errado você tinha que punir, Da sua cinta da justiça eu tinha que fugir, Você trabalhava muito pra nossa família sustentar e eu moleque idiota só pensava em aprontar. Eu lembro, Daquele tempo gostoso que não volta, Só estou cantando está canção porque minha mãe me ensinou escrever com o coração, Só queria poder ir no mercado e ter minha mãe do meu lado, Ou meu pai me ensinando uma dura lição onde eu não choraria de dor, mas sim de emoção. Parece que só durou um segundo, mas eu sei que tive os melhores pais do mundo.

⁠A garota do ônibus Oi, tudo bem? Esse lugar tá vago?
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⁠A garota do ônibus Oi, tudo bem? Esse lugar tá vago? Desculpe te acordar, Mas é que não há outro lugar para sentar. Talvez não foi por acaso o ônibus estar lotado naquela manhã e mesmo que sem querer eu acabei por te conhecer. Você ficava eufórica olhando pela janela, contando cada carro que passava voando rápido, sem pressa. Cada um com sua velocidade e sua própria sintonia nesta longa corrida que chamamos de vida. Correndo contra o relógio do seu próprio tempo, você se perdia em seus pensamentos, e eu me perdia em você. Cada minuto que passava uma história nova começava e outra história terminava, Você me disse para olhar pela janela e ver as pessoas lá fora, Imagine que cada um deles tem um livro em suas mentes, escrito e publicado por si mesmos. Cada um com a sua própria aventura, Uma pitada de amor, Um bocado de luta, E talvez um pouco de glória, Tudo para alcançarem a sua tão sonhada vitória. Eu sei que cheguei sem avisar e meio sem jeito, mas quem diria que um Oi, tudo bem? Tornaria esse trajeto tão perfeito. Enquanto conversávamos sobre o mundo, o mundo girou, E o meu ponto chegou, Desci do ônibus procurando sua janela, Só então percebi que não peguei o número e nem o nome dela. O ônibus deu a partida, e de repente começou a chover, Corri até meus olhos encontrarem você, O ônibus foi embora e você olhava para mim, Foi aí que percebi que a nossa história era só mais uma que avia chegado ao fim. Cheguei em casa, Todo molhado, Resolvi tomar um banho e a campainha tocou. Oi, tudo bem? Desculpa incomodar, Eu sou nova aqui no bairro, Teria uma xícara de açúcar para me emprestar? Fechei a porta e comecei a pensar, Quantas histórias começam com um simples, Oi, tudo bem? Como você está?

Parte de mim quer isso Mas parte de mim não quer, As vezes penso que tudo poderia ser diferente,
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Parte de mim quer isso Mas parte de mim não quer, As vezes penso que tudo poderia ser diferente, se eu tivesse feito algo diferente, Um minuto, uma palavra ou talvez um sentimento, Qualquer coisa teria salvo aquele momento, Mas as vezes as coisas acontecem, Da maneira que devem acontecer, E não há nada que se possa fazer. Somos moldados pelas nossas experiências, as vezes você tem que perder para aprender ganhar, você tem que rir para outro dia chorar, As vezes precisamos ter o entendimento, que sofrer também faz parte do amadurecimento. O destino é um caminho traiçoeiro, Que não importa o quanto você é guerreiro, Ele vai te deixar no chão e de joelhos, Já dizia um astuto ferreiro, "É no fogo mais forte que se forja o aço bom".