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Frase de Willian Menin

Parte de mim quer isso Mas parte de mim não quer, As vezes penso que tudo poderia ser diferente, se eu tivesse feito algo diferente, Um minuto, uma palavra ou talvez um sentimento, Qualquer coisa teria salvo aquele momento, Mas as vezes as coisas acontecem, Da maneira que devem acontecer, E não há nada que se possa fazer. Somos moldados pelas nossas experiências, as vezes você tem que perder para aprender ganhar, você tem que rir para outro dia chorar, As vezes precisamos ter o entendimento, que sofrer também faz parte do amadurecimento. O destino é um caminho traiçoeiro, Que não importa o quanto você é guerreiro, Ele vai te deixar no chão e de joelhos, Já dizia um astuto ferreiro, "É no fogo mais forte que se forja o aço bom".

Willian Menin

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Willian Menin

⁠Em um dia chuvoso, tomei refúgio no único bar aberto da cidade, Lá encontrei um velhinho sentado que sozinho estava bebendo, Me convidou para sentar em sua mesa, dividindo comigo um copo de sua cerveja,
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⁠Em um dia chuvoso, tomei refúgio no único bar aberto da cidade, Lá encontrei um velhinho sentado que sozinho estava bebendo, Me convidou para sentar em sua mesa, dividindo comigo um copo de sua cerveja, Dizendo que havia uma história para me contar. Tudo começou em meados dos séculos passados, época dos românticos apaixonados, Das invenções e criações. Havia um garoto que trabalhava em uma fábrica, todo dia ele tinha que girar um parafuso, em uma esteira sem fim, vem um vem dois vem três parafusos a cada segundo, Parece louco ou talvez um pouco confuso, mas tudo que esse menino sabia era apertar um simples parafuso. No meio de toda essa confusão, havia uma garota, a filha do patrão, Ela vinha com uma jarra cheia de água, para ajudar todos a quem necessitava, Ele nem sequer tinha sede, mas pedia um copo cheio de água, Só para ver ela sorrindo enquanto a água no copo derramava, Ela tinha um sorisso lindo que o deixava todo perdido ou quem sabe apaixonado, Mas quem ligaria para um mero funcionário? A garota seguiu a linha de produção e o menino voltou ao seu trabalho, apertando os parafusos com um simples sorriso, o patrão passou e disse: "Que bom que está gostando, amanhã você tem mais serviço!". Todos os dias pareciam iguais, As máquinas ligavam, A sirene soava, A esteira andava, Os parafusos apertava, A filha do patrão passava, Ela sorria e ele se perdia. Até que um dia estranho tudo mudou, A máquina não ligou, A sirene nao soou, A esteira não andou, Estava sozinho sem entender nada, ele entrou na fábrica errada? O garoto deslocou-se até os interruptores e ligou a energia, As máquinas fizeram um barulho e a esteira começou girar e os parafusos aparecer, Aproveitando-se daquele estranho momento para então buscar conhecimento, Resolveu seguir a linha de produção. Passou pelo primeiro setor a qual ele já conhecia e adentrou no segundo setor, A esteira estava mais rápida e carregada, Sem nenhum tipo de ajuda ou manual, o menino tentou montar aquele estranho objeto ao lado dos parafusos, Apertou ali, girou lá, puxou aqui, depois de muitas tentativas fracassadas, o objeto encaixou e o garoto sorriu, pois ele finalmente conseguiu! Soltou o objeto estranho na esteira e prosseguiu para o próximo setor determinado a chegar no final. No terceiro setor a esteira estava muito devagar, quase parando, lá estava seu objeto lentamente chegando. Não havia nada para montar ali, Apenas a esteira indo cuidadosamente devagar à um tonel enorme escrito "Lixo". Resolveu seguir para o quarto setor, E para sua surpresa? Era exatamente igual ao primeiro. Tão igual que tinha vários armários no canto meio empoeirados, Em um deles havia seu nome. O garoto deu a volta na fabrica, Só então percebeu que de garoto ele não tinha nada. Olhou no espelho e não se reconheceu, Barba branca, cabelo grisalho e uma bengala em sua mão direita, Se perguntava quando foi que ela apareceu ali. O garoto demorou a vida toda para chegar ao fim da fábrica, para só então perceber que gastou todo seu tempo fazendo absolutamente nada. Então eu perguntei ao velho, " E a filha do patrão onde está?" O velho com um sorriso respondeu, " Essa não é uma história de amor, E sim de um cara que acordou para a vida quando já não lhe havia mais tempo nela". O copo por fim estava vazio, Junto com a chuva que havia cessado, Me levantei e agradeci a cerveja ao velho grisalho, "Obrigado, mas vou voltar ao meu trabalho". O mesmo despediu-se com um sorriso triste em seu rosto surrado, Pois via a si mesmo cometendo os mesmos erros do passado.

⁠Lembra mãe? Daquele tempo gostoso que não volta, entre eu e a senhora,
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⁠Lembra mãe? Daquele tempo gostoso que não volta, entre eu e a senhora, Você era minha heroína, eu só não sabia disso ainda. Me mandava no mercado na hora do desenho e eu ficava chateado botando sua cabeça a prêmio, Me mandava estudar praticar ortográfia e eu mal sabia que usaria isto um dia. Lembra pai? Daquele tempo gostoso que não volta, Entre eu e o senhor, Eu sei que a gente brigava, mas no fundo eu só te admirava. Quando eu fazia algo errado você tinha que punir, Da sua cinta da justiça eu tinha que fugir, Você trabalhava muito pra nossa família sustentar e eu moleque idiota só pensava em aprontar. Eu lembro, Daquele tempo gostoso que não volta, Só estou cantando está canção porque minha mãe me ensinou escrever com o coração, Só queria poder ir no mercado e ter minha mãe do meu lado, Ou meu pai me ensinando uma dura lição onde eu não choraria de dor, mas sim de emoção. Parece que só durou um segundo, mas eu sei que tive os melhores pais do mundo.

⁠A garota do ônibus Oi, tudo bem? Esse lugar tá vago?
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⁠A garota do ônibus Oi, tudo bem? Esse lugar tá vago? Desculpe te acordar, Mas é que não há outro lugar para sentar. Talvez não foi por acaso o ônibus estar lotado naquela manhã e mesmo que sem querer eu acabei por te conhecer. Você ficava eufórica olhando pela janela, contando cada carro que passava voando rápido, sem pressa. Cada um com sua velocidade e sua própria sintonia nesta longa corrida que chamamos de vida. Correndo contra o relógio do seu próprio tempo, você se perdia em seus pensamentos, e eu me perdia em você. Cada minuto que passava uma história nova começava e outra história terminava, Você me disse para olhar pela janela e ver as pessoas lá fora, Imagine que cada um deles tem um livro em suas mentes, escrito e publicado por si mesmos. Cada um com a sua própria aventura, Uma pitada de amor, Um bocado de luta, E talvez um pouco de glória, Tudo para alcançarem a sua tão sonhada vitória. Eu sei que cheguei sem avisar e meio sem jeito, mas quem diria que um Oi, tudo bem? Tornaria esse trajeto tão perfeito. Enquanto conversávamos sobre o mundo, o mundo girou, E o meu ponto chegou, Desci do ônibus procurando sua janela, Só então percebi que não peguei o número e nem o nome dela. O ônibus deu a partida, e de repente começou a chover, Corri até meus olhos encontrarem você, O ônibus foi embora e você olhava para mim, Foi aí que percebi que a nossa história era só mais uma que avia chegado ao fim. Cheguei em casa, Todo molhado, Resolvi tomar um banho e a campainha tocou. Oi, tudo bem? Desculpa incomodar, Eu sou nova aqui no bairro, Teria uma xícara de açúcar para me emprestar? Fechei a porta e comecei a pensar, Quantas histórias começam com um simples, Oi, tudo bem? Como você está?

⁠Meu pai sempre me contava essa história, de uma Rainha linda e sua cobra. Era uma vez uma cobra enorme que por onde passava, o homem se assustava, recebida com paus e pedras em toda cidade que passava. Um homem parou a sua frente empunhando uma espada, ele a desafiava.
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⁠Meu pai sempre me contava essa história, de uma Rainha linda e sua cobra. Era uma vez uma cobra enorme que por onde passava, o homem se assustava, recebida com paus e pedras em toda cidade que passava. Um homem parou a sua frente empunhando uma espada, ele a desafiava. O homem lutou bravamente, mas o resultado já era esperado, ele morreu envenenado. Todos os vilarejos que a cobra passava a história se repetia, um homem valente morria e o povo se escondia. Em um belo dia, um famoso cavaleiro desafiou a cobra para um combate, o povo eufórico se reuniu para assistir a épica batalha. Um cavaleiro ambisioso que de muitas guerras só conhecia o sabor da vitória, iria cortar a cabeça da cobra para ficar na história. E do outro lado havia a cobra, que para ela não passava de mais um homem que a incomodava, basta dar um bote e todo aquele alvoroço terminava. Para a surpresa do povo, antes do primeiro golpe o cavaleiro veio ao chão, o povo ficou espantado, pois não era ela que devia ser o campeão. Todos saíram correndo como era o costume, exceto uma garota, uma pequena camponesa qualquer que para a cobra olhava toda admirada. E a cobra por sua vez ficou sem entender nada. Preparando mais um bote esperando que a garota fugisse assim como os outros, logo ela descobriu que como os outros ela nada se parecia, em troca de sua piedade, houve um gesto de amizade, a garota estica os braços e lhe entrega uma simples maçã vermelha. O tempo passou e a fama se espalhou, a bela domou a fera. A garota mostrou a cobra um sentimento que antes não conhecia, pois onde havia raiva e dor, ela mostrou que também pode se cultivar amor. Uma pequena camponesa de nome incerto criava ovelhas com seu pai na encosta de uma montanha, toda manhã ela viajava até a cidade para vender lã, enquanto seu pai tinha uma tenda de maçãs logo mais na praça. E como toda manhã ela ia até seu pai pegar uma bela maça para seu café. Em um dia qualquer, a jovem foi para a cidade vender suas lãs como de costume, e ao se dirigir para a tenda se deparou com ela vazia, seu pai não estava lá e para falar a verdade nenhum morador também estava deixando todas suas mercadorias a céu aberto. Até que nesse momento passa duas crianças correndo para a entrada da cidade e ela sente que precisa ir naquela direção, atravessando um tumulto de pessoas que lá se encontravam, ela se depara com seu pai empunhando uma espada frente a frente com a serpente. Essa foi a última vez que ela viu seu pai. Alguns anos mais tarde, uma notícia diferente corria pelas ruas da cidade, um cavaleiro destemido que iria enfrentar a maior das feras. Com uma carruagem cheia de maçãs se dirigiu para está cidade tão falada, para vender maçãs e ver a luta tão aclamada. Chegando lá, a luta já se desenvolvia, o tumulto aparecia e o cavaleiro sorria, Por um breve momento ela lembra de seu pai e vê a historia se repetir, o povo fugindo, o cavaleiro morrendo, a espada bradando ao chão, ficando apenas uma menina com uma maça em uma das mãos. Essa era a história que meu pai contava sobre nossa rainha, não à muitos registros de como ela chegou no poder, dizem que foi um presente de sua serpente. Mas o que realmente importa é mostrar que nossa rainha é diferente, não por ter uma cobra gigante e sim por ter o dom, o dom de perdoar.