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Frase de Jaak Bosmans

Conhecer coisas é ser culto... Conhecer os outros é ser sábio... Conhecer a si próprio é ser esclarecido! Por isso sou uma realidade virtual e imaginária. A mais concreta possível. Às vezes me confundo comigo mesmo.Isto é enigmático mas faz bem para minha pele.Só tenho saudades do futuro. Gosto de estar sentado, deitado ,em pé, mas nunca caído. Prefiro ser uma versão de primeira categoria de mim mesmo, a ser uma versão de segunda categoria de outra pessoa. Sobre ser ou não ser velho prefiro dizer que velhice é só uma questão de tempo, e eu nunca tive tempo pra esta coisa. Sou circular em pensamentos mas, bastante espiralado no sentido semiótico da vivência. Me encontro em cantos,cântaros e no meu recanto,de onde crio um mundo invisível,e aqui brinco de alegrias. Pulo muros,acordo mais cedo só pra ver ainda os dois eternos namorados se despedindo:o sol e a lua. Sou um,às vezes me diluo,ou me multiplico,conforme as palavras que posso ouvir,escrever e desenhar.Mas prefiro sempre o barulho do estilhaçar de um arco-iris.Bonito demaaaaaaaaaaais.Quem sou eu? Muitos me conhecem, mas poucos sabem de mim. É uma questão de exuberância líquida e vaporosa,nunca sólido,pois este é um estado que se espedaça com facilidade!Fui o que não sou mais e não serei o que sou agora.Apenas gosto de jogar pedras em lagoas, olhar para o céu, e me despir para tomar banho.Sou um clone de mim mesmo espirro alto.Tudo em mim é extremamente coerente, até quando ando de bike ou faço de conta que não te vejo no shopping.Recordo sempre das pessoas que nunca vi e minha lembrança nunca falha. Quem sou? Porque preciso ser? Jaak Bosmans

Jaak Bosmans

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Jaak Bosmans

Contrariando a lei da física, no amor, dois corpos ocupam sempre o mesmo espaço.
Conquista circense Entre rugidos e lonas suspensas, lá estava o circo montado. Arrastado pelos ventos contrários aos teus fugazes desejos
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Conquista circense Entre rugidos e lonas suspensas, lá estava o circo montado. Arrastado pelos ventos contrários aos teus fugazes desejos Persegui-te em saltos mortais nas alturas dos trapézios Contorci-me a caber-me inteiro em teu irrevelável interior Pouca luz, rufar dos tambores, avisam silêncio e suspense Lâmina afiada separou-te em metades que se refizeram em meu inteiro Equilibrei-me com vendas e guarda sol em cordas bambas e monociclos Palhacei-me para os sorrisos ingênuos e puros na criança de todos nós. Expelido entre fumaça saí em tua direção como homem bala sem sabor Caindo sempre em redes tecidas por pescadores de sereias e sonhos Corri ainda no picadeiro de tantas agonias e pesadelos. Onde me equilibrei em cavalgadas aladas entre estrelas e satélites. Em veloz e ruidoso show, repeti sempre o mesmo trajeto Onde a vida só existe como espetáculo, no mesmo globo da morte. Conquistei-te pela mágica do desfilar dos finos lenços multicores Que lançados aos céus, se transformaram em suave e alva paz. Na apertada malha de tantos brilhos esperou-me o cume da pirâmide Onde pousei sob o olhar da tua bela e misteriosa esfinge. Fiz bailar com doçura os elefantes do teu amargo passado E como último e anunciado impossível de todo o espetáculo Enfrentei a fera indomável da tua beleza selvagem Com o requinte que me fez domar-te com carícias e sussurros. Jaak Bosmans