Frase de Rafael Clodomiro
Responsabilidade fiscal dos relacionamentos amorosos A responsabilidade na gestão fiscal dentro do relacionamento de um casal pressupõe a ação planejada e transparente, sendo conta poupança ou conta corrente, a intenção é prevenir risco e corrigir desvio capaz de colocar a relação amorosa por um fio. Amar é de graça, mas relacionamento tem gasto, tem criação de despesas que sempre deixa rastro no bolso e na carteira do amante contribuinte que arrecada sem querer chegar no limite do seu cartão, muito menos no cheque especial, mas às vezes, é preciso usar o crédito adicional. Há de se estabelecer condições a todo momento para que as contas não entrem no endividamento. Dívidas são perigosas, são tormentos cruciais que podem desequilibrar e separar casais. Recomenda-se gastar menos do que arrecadação para privar-se da responsabilização. Num relacionamento há muitos sonhos e planos… mas o plano plurianual do casal é de quantos anos? Deve-se pensar nisso… fazer um planejamento do que se pode gastar agora e em outro tempo. O orçamento deve ser feito antes e não depois, vale controlar o consumo e a necessidade dos dois. Fundamentais são os instrumentos de transparência, pois ser leal e verdadeiro é cumprir com decência o que se espera de um relacionamento sadio e efetivo, que não se desfaz, nem se acaba no primeiro conflito. Os dois devem se relacionar praticando a publicidade, precisam contar o que fazem, precisam ter intimidade.
No pensador.ai desde