Frase de Sarah Magalhães
Dona Flor Depois de ter escrito "Gabriela, cravo e canela" nosso Jorge criou mais um de seus livros, esse entitulado "Dona Flor e seus dois maridos" com casos benditos que falam da nossa nação sem pudores, mostrando misticismo e até defunto peladão que volta do além movido por uma paixão. Essa paixão é Florípedes, a bela Dona Flor que carrega consigo, um coração cheio de amor. Dona Flor é casada com o belo e forte homem, mas ela, a bela Flor não é a única que nas noites ele come. Mas a apaixonada Flor, com siri mole e azeite de dendê, prepara uma moqueca que é de Vadinho a receita predileta. Aquela que ela aprecia ver ele lambendo os beiços ao comer. Num dia, em pleno carnaval baiano, Dona Flor fica viúva sem o marido que ama. A honrada Flor, com o farmacêutico da cidade, põe-se a casar mas sente falta é dos beijos que Vadinho costumava lhe dar. A Flor roga em um terreiro para rever seu falecido festeiro. Os orixás acatam a Dona e o devolvem sem arrependimentos, sem roupas e sem vergonha! Ao espiar-se pelas ruas baianas, em meio a risos, Jorge Amado vê de braços dados a caminhar Dona Flor e seus dois maridos.
No pensador.ai desde