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Frase de Claudia Ametista

E se o tempo que era indeciso se esgotar nas pegadas surpreendentes do destino, prometo a mim nesse ou noutro lugar, que os caminhos não ficarão marcados com migalhas de pão. Tudo que vi, ouvi e vivi, jamais precisará ser gravado em papel, tampouco documentado. Historiadora, mas não de minha própria existência... não agora. Não quero narrar minha vida, minha alma, meus pontos de vista. Só quero sentir a cada dia o novo, que não se repete ciclicamente, mas que me remete passado e presente, porém não me permite avançar visão ao futuro. E ainda que permitisse, não o escolheria ver, ou prever. Escolhi viver, e o que tiver de vir, que venha. De preferência sem demora, mas se demorar, terá a espera não ter sido vã, pois não esperarei, no mais, viverei.

Claudia Ametista

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Claudia Ametista

Aprendi que nunca começamos nada do zero, porque nossa vida está em constante construção.
“Bonito mesmo é encontrar-se dentro de um abraço. Um abraço acolhedor e tranqüilo, capaz de desarmar orgulhos e medos. Perder-se no caminho do abraço, e achar-se por entre ele. Dar de cara com sua respiração forte, quente, viva. Bonito é essa coisa de querer sair correndo pelas r…
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“Bonito mesmo é encontrar-se dentro de um abraço. Um abraço acolhedor e tranqüilo, capaz de desarmar orgulhos e medos. Perder-se no caminho do abraço, e achar-se por entre ele. Dar de cara com sua respiração forte, quente, viva. Bonito é essa coisa de querer sair correndo pelas ruas do mundo, com uma vontade arrebatadora de sentir-se achado na vontade de encontrar por algumas frações de tempo, o sentimento de querer estar num lugar que tem um quê de humano, alguma coisa de magia e uma essência toda perfumada, de divino.”

E quantas vezes ela observara a lua pela janela, se modificando radiante a cada novo ciclo. Incontáveis vezes, ela olhara para o sol que brilhava no azul do céu, e aquelas nuvens de algodão a convidavam a acalentar sua alma. Era só uma menina, cujo olhar não enxergava sol, lua, c…
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E quantas vezes ela observara a lua pela janela, se modificando radiante a cada novo ciclo. Incontáveis vezes, ela olhara para o sol que brilhava no azul do céu, e aquelas nuvens de algodão a convidavam a acalentar sua alma. Era só uma menina, cujo olhar não enxergava sol, lua, céu. Era uma alma, que procurava seu caminho, pois sabia que além daquele horizonte, poderia sonhar seus sonhos, parear com suas quimeras e encontrar-se na luz mágica e quase imperceptível, capaz de mover todo o universo.