Pular para o conteúdo

Frase de Everton Medeiros

POEMA MELANCÓLICO também quero um poema com um quê bucólico mas não conheço cantos e seus passarinhos nem mesmo cores e suas lindas flores tampouco encantos e seus vastos campos o que me leva, sem demora, ao poema melancólico pois conheço a dor que dilacera e apavora a escuridão que traz o medo mais que a solidão e os desencantos desta vida, em cada canto dividida

Everton Medeiros

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Everton Medeiros

LONGE DE MIM Distante de mim lá longe, perto do fim
Continuar lendo

LONGE DE MIM Distante de mim lá longe, perto do fim havia um homem Próximo da morte quando perto da via todavia distante enfim No próximo instante tão longe da sorte e já perto de mim jazia aquele homem De tão sujo, imundo ninguém apareceu era o fim do meu mundo o homem era eu

RM DE UM "SER VICAL" em transição crânio-cervical normal percebe a leve artrose atlânto-axial
Continuar lendo

RM DE UM "SER VICAL" em transição crânio-cervical normal percebe a leve artrose atlânto-axial pelos osteófitos marginais difusos realiza como tudo isso é confuso ainda que fisiológica a retificação da lordose observa artrose interfacetária com esclerose o disco C2/C3 encontra-se bem posicionado mas percebe o abaulamento C3/C4 acentuado o complexo disco-osteofitário C4/C5 comprime o saco dural com afinco há redução da amplitude dos forames neurais de fato, são detalhes tão pequenos, estruturais o complexo disco-osteofitário C5/C6 comprime o saco dural dele, não de vocês com redução da amplitude dos forames neurais e novamente, mais problemas cervicais o complexo disco-osteofitário C6/C7 também comprime o saco dural. Muito legal! há redução da amplitude dos forames neurais mas, neste caso, é moderada, e nada mais a conclusão é espondiloartrose cervical e discopatia multissegmentar... nada mal!