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Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

Soneto da Dor Doída Nas asas da saudade partiste Fostes como brisa ao vento Minha alma ao relento triste Poeta uma porção de lamento Na solidão um quarto vazio Que ainda caminha teu cheiro Nas lembranças apenas frio De um chamado ainda inteiro Contigo levaste parte de mim Em mim um todo de vós ficaste Levarei impregnado até o fim E neste teu momento de partida Suspiros, foste ao coração engaste Agora choro eu, por esta dor doída. © Luciano Spagnol poeta do cerrado 19 de Julho 2015 Cerrado goiano ao meu pai.

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

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ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
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ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
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O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano