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Frase de adrielle

anto tempo do seu lado, que eu não sei mais ir embora. E não quero. Sempre que eu termino um novo amor, é você que me consola. Toda vez que eu preciso de um colo, por qualquer motivo, é pro seu que eu corro. Você recarrega minhas forças, meu amor, minhas esperanças. E quando eu tô completa de novo e aparece um possível romance, a gente se dá uma pausa, pra eu poder me concentrar, tentar uma nova história. Que não flui e eu volto pra você, de olhos fechados, como sempre. E você também tenta suas histórias por aí, mas tudo acaba sempre igual: eu, você e reticências. Não importa quantas vírgulas a gente ponha, imponha, o fim é sempre nós em continuidade. Suas aventuras, as minhas, nada dá certo, mas a gente nunca dá errado. Você sabe o que fazer, como fazer, quando. Você sabe do que eu preciso, melhor que eu mesma. E é por isso que eu me sinto segura. Encosto em você e desabo, porque eu tenho certeza que você sabe como segurar. E sabe mesmo, sabe bem. A gente tem alguma coisa linda, que mesmo sem um nome ou rótulo, me faz um bem sem tamanho. A gente é alguma coisa que nunca foi conversada ou decretada por nós, mas é bem mais que amizade e no fundo você sabe, eu sei. Nossa magia não é segredo. A gente recebe votos de felicidade, o destino conspira a nosso favor e você me irrita só pra me ver brava. O amor grita e a gente finge que não escuta. Eu, por medo de perder a melhor coisa que eu tenho nessa vida. Você, quem sabe? Só sei que você tá certo, sou louca e estranha. Apaixonada e tua.

adrielle

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de adrielle

Como eu te amo de mais
Pode falar vai, pode me chamar de chata, birrenta e cabeça dura. Pode passar na minha cara que eu sempre faço tudo errado e que não sei amar. Diz que eu sou a garota errada e insana que você não queria nenhum pouco se apaixonar. Diga o quão desgastante é ficar comigo, me entender…
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Pode falar vai, pode me chamar de chata, birrenta e cabeça dura. Pode passar na minha cara que eu sempre faço tudo errado e que não sei amar. Diz que eu sou a garota errada e insana que você não queria nenhum pouco se apaixonar. Diga o quão desgastante é ficar comigo, me entender e tentar cuidar de mim. Mas não diz que nunca me amou e que duvida do meu amor. Pequeno, só não diz que desiste de mim.

A gente simplesmente não se solta. Deveria, poderia, conseguiria, mas não faz. O sentimento é torpe, a vontade é mútua, o desejo é calmo. Não há possibilidade de progresso, mas não existe volta. Outro dia deitada na cama, nós dois conversando, como sempre, aquele assunto que nunc…
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A gente simplesmente não se solta. Deveria, poderia, conseguiria, mas não faz. O sentimento é torpe, a vontade é mútua, o desejo é calmo. Não há possibilidade de progresso, mas não existe volta. Outro dia deitada na cama, nós dois conversando, como sempre, aquele assunto que nunca acaba, aquela voz que nunca cansa, nossa disputa pessoal, nossa discussão pelo nada, eu te falei que era triste o nosso fim. Eu não estava te olhando, mas sei que você esboçou aquele sorriso falso, que você dá quando te surpreendo e foi categórico na réplica “Ou não”. Eu só ri e mudei de assunto. Eu sei do teu amor, meu bem. Eu sei do teu ódio também. Enxergo ele todo dia, na sua dificuldade em me ignorar. Eu consigo te afetar num ponto que ninguém mais chega. A nossa vontade de se bater e beijar ao mesmo tempo. O carinho e o tapa. Paixão. Desprezo. Uma vontade de chegar perto e empurrar ao mesmo tempo.Essa vontade de te esganar constante pra logo depois beijar as marcas dos dedos no teu pescoço. Você me jurando que é amor, eu rindo do jeito que te faz rir. Eu não acredito em amor, garoto. Não me obriga a sentir. Não faz da nossa relação, obrigação. Acredito que estamos aqui, juntos, por um motivo claro e simples: rotina. Eu me acostumei ao seu jeito meio grosso, as suas palavras meio tortas, o seu humor inabalável, sempre negro. Você se acostumou a minha fraqueza misturada com independência, minha ironia, minha mania de sempre perguntar o porquê de tudo, da roupa ainda estar no varal ou das crianças passarem fome na África. Sua paciência, meu choro. A saudade de uns dias longe, acabou, vamos parar, isso é atraso de vida, nós estamos perdendo tempo e a vontade ridícula de me fingir de telemarketing e te oferecer planos de saúde, revistas, camisetas, minha alma, qualquer coisa. Em parcelas suaves, só põe a mão no bolso daqui trinta dias. E você dizer não, daquele jeito polido que você trata os estranhos. Não, não quero, não me interesso, não faria uso. Eu precisava ouvir. Não me quer, não te interessa, não faria uso, eu precisava por aquilo na cabeça. Eu precisava da sua voz fraca, calma me dizendo mais uma vez que não dava. Aquela voz que você usou quando disse que era o melhor ficarmos longe, eu te quero bem, menina, vou te ver grande ainda. Frio. E eu chorava, pedia, implorava, não deixa acabar. Não me mata, eu imploro. Eu te amo, sim. Eu acredito no amor, agora. Eu acredito em você, eu quero. Nós nos damos tão bem.Vai dar certo. E você categórico, como sempre “Ou não”. Difícil imaginar a vida sem alguém que dividia tudo que não se divide com ninguém. Difícil, mas não impossível. A amizade ficou. Uma sobra de sentimento, de elo, de ligação. Vital pra nós dois. Eu sempre soube que não seria você, o famoso grande homem da minha vida. Você é despretensioso demais pra um cargo tão sério. Mas você me ensinou a acreditar que amor existe, sim. Não é aquele conto de fadas, nem precisa de promessas de eternidade, nem faço questão de vestido branco, nem casa com cachorro chamado Bob e filhinhos que brincam na sala. Eu só quero sentir. Como eu sentia quando você me chamava daquele apelido ridículo na frente dos outros e ria me olhando. E eu não me importava, porque eu adorava que você quisesse me irritar. Eu sei que somos pra sempre. Eu sei nossa história é feia. Eu sei que você nunca foi tão bonito. Eu sei que você vai sabotar meus namoros e eu vou odiar suas namoradas. Sei que no final, vamos acabar deitados na cama, cantando alguma música antiga que ninguém mais saiba, cansados de tentar fugir desse amor tão sem amor que sentimos e loucos de vontade de nos odiar pra sempre, como sempre foi.

Ele te irrita, né? O cara com mais defeitos que você já conheceu, faz tudo errado. Só sabe implicar contigo e é o dia todo nessa troca de críticas. Você fica brava, mas depois ri, porque ele é tão bobo. E você sabe que adora essa coisa de vocês se elogiarem ao contrário, teus "Se…
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Ele te irrita, né? O cara com mais defeitos que você já conheceu, faz tudo errado. Só sabe implicar contigo e é o dia todo nessa troca de críticas. Você fica brava, mas depois ri, porque ele é tão bobo. E você sabe que adora essa coisa de vocês se elogiarem ao contrário, teus "Seu idiota" são uma declaração, acha que me engana? Aí você sorri, desarmada, depois de alguma gracinha dele e quando percebe ele tá olhando fixo, quase hipnotizado. Ele disfarça e solta o tradicional "Chata", que não engana mais ninguém. Interessante o amor fantasiado de ódio, não acha? Fica mais bonito, mais feliz, menos monótono. Quando as coisas começam a desandar e você precisa de um colo, é pra ele que você corre, eu sei. E ele te abraça forte, te ver assim tão frágil é uma tortura. E te provoca só pra você sorrir outra vez, daquele jeito lindo e não é que era disso que você precisava? Ele nunca sabe o que tem que fazer, mas sempre acaba fazendo tudo certo, da forma mais torta possível. Você ama tudo isso, essa falta de jeito, não adianta negar, já era.