Frase de Douglas Rodrigues da Silva
As bocas clamam por justiça. Ainda assim, a mordaça insiste em lhes fazer calar, renegando um direito que é só mesmo a liberdade, a beleza das vozes de um povo que quer falar. Por muito tempo viveu latente essa força do homem, coisa revolucionária. Mas, da queda da Bastilha nasceu a batalha de lavar a honra com o vil sangue de alguns canalhas. Acordou com a aurora a liberdade, os grilhões se rebentaram para nunca mais prender, mãos humildes, de inocentes, que na democracia que acreditavam só querem mesmo fazer justiça de seu direito valer. Canta liberdade, sopro de justiça, canta povo, pensante caniço, canta democracia, com seu olhar em riso...
No pensador.ai desde