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Frase de Leônis da Silva

No espelho dos teus olhos, Maria… - bem-te-vis - estradas de terra, planícies de espinhos, poeira suspensa, ... e só. No voar dos teus cabelos, Maria... -suiriris- cancelas sem trancas, peões com boiadas, arames farpados, ...e só. No vermelho dos teus lábios, Maria.... -colibris- trovões de verão, rajadas de vento, uivando em meu peito, ...sem dó.

Leônis da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Há um pedaço de mim que é noite sem luz,
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Há um pedaço de mim que é noite sem luz, sem estrelas (...) O outro, é luminescência. Há um pedaço de mim que é tormenta vendaval, furacão (...) O outro aurora boreal. Há um pedaço de mim que é vulcão explosão chuva ácida (...) O outro copos de neve. Há um pedaço de mim que é calor ardentia troposfera (...) O outro cru inverno frio polar mesosfera. Há um pedaço de mim que te almeja e tem saudades (...) O outro também. >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Este poema foi composto em uma noite de tempestades e calmarias, sob um céu nublado, sem lua e sem estrelas. Os relógios marcaram as 0:40hs e os termômetros 13 °. A pressão atmosférica era de 010.00mb, a humidade relativa dor ar de 93%, e os ventos sopravam a 13km / h.

CRISE DOS 13 ANOS Tudo eu! Tudo eu!
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CRISE DOS 13 ANOS Tudo eu! Tudo eu! Tudo eu!... ... e assim, engolindo o pranto engasgando de cólera, entre espasmos e soluços. ... Um dia eu vou me embora... Tomo chá de sumiço. fujo dessa casa, e não volto jamais. Eu vou, Um dia eu vou... Na calada da noite, por aquela portão, e em ponta de pés. Me vou aos diabos e nem olho pra trás. Que adoeçam de angustia e saudades de mim. Sem deixar nem bilhete. eu juro que vou. ... ... e assim, mitigando choro, abrandando os soluços e cessando a cólera... ... -Mãe, tem café??

O dia vestiu-se de luto, e transformou-se em noite. Apagou seu lampião do céu,
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O dia vestiu-se de luto, e transformou-se em noite. Apagou seu lampião do céu, e acendeu seu abajur de prata. Chegou cansado, Arquejante, Enlutado. Deitou-se, mas não dormiu. Ligou o rádio Eram seis em ponto. ''Santa Maria, mãe de Deus, Rogai por nós pecadores''. Desligou Acendeu um cigarro, fez fumaça, e desenhou São Jorge. Na luz quarto crescente Do abajur de prata.

A terra seca O vento que não sopra os pássaros que não cantam
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A terra seca O vento que não sopra os pássaros que não cantam o sol que estremece as árvores; Secas. Maria na janela. o sol queimando o vento o vento que não sopra o sol queimando Maria na janela o bem-te-vi que não canta Soalheira e silencio Ar morto e viscoso o céu sem nuvens janela sem Maria Um fim de janeiro, nos confins do sertão.