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Frase de Danças do 13

⁠Na dança das engrenagens, o futuro se molda, O brilho do progresso, no céu, se desenrola. A tecnologia avança, incansável, inabalável, No olho da tempestade, o homem é vulnerável. Os empregos se desvanecem, como neblina ao amanhecer, Na sombra do progresso, o trabalhador a sofrer. As máquinas, incansáveis, usurpam a mão do homem, No teatro do mercado, a humanidade é apenas um nome. A pobreza, silenciosa, se espalha, feroz, O avanço tecnológico, uma maldição atroz. No templo da inovação, o ouro se acumula, Enquanto o homem, esquecido, na miséria se oculta. Porém, na face sombria da moeda do progresso, Surge a necessidade de um novo acesso. Uma transformação que abrace a todos, sem distinção, Onde a tecnologia é aliada, não a destruição. Nas linhas de código, no pulsar das máquinas, Há espaço para todos, em novas páginas. Porque o avanço não deve ser a sentença do homem, Mas o trampolim para um futuro onde todos têm nome.

Danças do 13

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⁠ Em versos esculpidos com cinzel de ironia, Machado de Assis, teu estilo guia minha poesia. O palco político, um teatro de sombras e luz, Onde a verdade se encontra nos bastidores, longe do refletor azul. Transformação industrial, o gigante acordado, No rosto do progresso, o passado desfigurado. O rodar das engrenagens, o tempo acelera, E a face da humanidade, em aço e vapor, se esmera. Progresso! Oh, grito ecoado em cada esquina, Mas que no ritmo frenético, a alma sublima. O homem, preso à roda da inovação, se perde, No olho do furacão, a humanidade se esconde. A falta de planejamento, a desordem em marcha, Na construção do futuro, o alicerce desmoroncha. E o que resta são ruínas de sonhos, na poeira do tempo, O preço da pressa, o lamento do esquecimento. Guerras! Oh, a derradeira dança do destino, Onde o homem, em seu orgulho, se torna assassino. Na sombra do progresso, a chama da discórdia arde, E no palco da existência, a tragédia se faz carne. Assim, entre a política, a transformação e a guerra, A humanidade caminha, na corda bamba da terra. Buscando no progresso, a esperança de um novo dia, No poema da vida, somos versos de ironia.