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Frase de Jose Arimateia da Silva

Perdi a placa dianteira do carro ao passar por uma rua alagada pelas chuvas de março. Foi na rua Virginópolis, esquina com Abel Cabral em Nova Parnamirim próximo a BR101 sul na Grande Natal-RN. O alagamento era Dantesco, mas resolvi arriscar. Era cedo da manhã do dia 29 de março 2018, chovia muito e depois que se entra em alagamento não é possível retroceder, manter a aceleração e torcer para tudo dar certo. E deu, mas a placa ficou e nem vi. O motivo principal para a placa cair é o fato de que a água exerce uma forte pressão na parte mais baixa do carro fazendo com que se quebre ou solte o parafuso da placa dianteira onde acontece todo o repuxo. O alagamento tomava conta de mais de 50 metros da rua que fica numa baixada exatamente onde está o Condomínio Renassence, 58,com vários majestosos blocos de apartamentos. No dia 31 voltei àquela rua na esperança de encontrar a placa. Não tinha mais água e nem parecia que houve alagamento. Resolvi parar diante do Condomínio Renassence e perguntei pelo interfone se por acaso não haviam visto a placa do meu carro na rua após a água ter escoado. Para minha surpresa a moça que atendeu disse que um servidor do Condomínio havia coletado cerca de 30 placas de carros que foram arrancadas pela força da água em frente ao Condomínio. E lá estava a minha placa, digo a placa do meu carro, PXV5925, inteirinha. No momento havia exatas 21 placas de automóveis que se arriscaram em passar no alagamento. Achei fantástico. Alguém se preocupou em recolher todas as placas que estavam no leito da rua e guarda-las cuidadosamente a espera que o dono acredite nesse milagre urbano e venha busca-la. Foi na páscoa. O ressuscitar da fé.

Jose Arimateia da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Silencio Silencio O silencio é sofrimento é o medo, Aceitação, o calar de um segredo É o respeito ao direito de não ouvir É ficar, mas é o mesmo que partir. É a pergunta que cala, ausência é omissão. É o abandono, o sofrer sozinho é desengano. É a Paz a tranqüilidade e é a natureza A resposta muda, fria e ferina Um grito gritado em surdina. É sossego é o fim da vida já vivida O termino da jornada é o cemitério É paz é a resposta ao deletério, É o abraço da pessoa mais querida. É ouro do provérbio é sabedoria É o momento da meditação É vida amor,alegria e paixão O calar da noite o fim da jornada A vontade calada é a redenção. É expressão muda de uma realidade De quem não veio, mas deixou saudade Do tempo vivido e já passado. É a indiferença, é o ódio e o perdão Uma dor guardada um rancor contido Uma paixão calada do esquecido é a solidão. É o luzeiro da cruz A esperar com paciência De acordo com nossa crença Para nos dar sua luz. É mais que a mudez do sensato É o aconchego, a voz do ego, um ato Uma declaração clara e explicita Uma repulsa que grita Um consumar do fato.

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Noticias nada boas Poesia irreverente de homem desarranjado Me deixa muito contente Embora um pouco acanhado Me pediste um e-mail Coisa dos tempos modernos Me lembra um pouco o correio quando nós éramos internos O fato acontecido Te digo amigo João Pode Crer, não foi contigo, Foi com outro amigo irmão O Elias em Natal Teve um tal de avc Foi parar no hospital Mas muito ainda vai viver. Celestina, Genitora do Manoel Caiu e quebrou a perna Mas agora passa bem. Essas são as noticias Que estou te enviando Não são coisas nadas boas Mas é o que está se passando!

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O Canto da Maria Aqui e agora Tudo acontece. Alguém esquece, Outro murmura, Alguém medita, Alguém escuta Talvez reflita Um dá um grito, Pede socorro, Da um aviso, Uma voz gritou, E a corrente Acorda a gente, E já se quebrou. O amanha já será tarde O que passou Não vai voltar. Ouve a Maria Maria De João Pessoa Da poesia Da alma boa Da alegria Este é o seu canto Do sabiá.