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Frase de Créusio Kizua

É com letras brancas sobre uma folha preta que busco consolo nos desígnios de Deus. Senhor, estas não são palavras de revolta. Mas olha para tudo à nossa volta: a vida aperta, e o coração chora por aqueles que nos foram tirados. Dói demais lembrar que aquilo que um dia foi um “até já” transformou-se em adeus uma travessia para o outro lado da ponte, de onde já não se volta. Agora, tudo ao nosso redor é memória, ausência e dor. Perdemos pessoas que amávamos e, em nossa fragilidade, desejaríamos que as lágrimas tivessem o poder de trazê-las de volta. Hoje lamentamos a partida. Um dia, porém, quando a dor permitir, celebraremos as lições, o legado e a maneira como tornavam mais bonita e mais leve a vida de todos ao redor. Que os anjos os recebam na nova morada. Que Deus acolha aqueles que partiram e fortaleça os que permanecem aqui, aprendendo a caminhar com a saudade. Porque o amor não termina quando alguém parte. Ele apenas muda de lugar: deixa de habitar os nossos olhos e passa a viver eternamente dentro de nós.

Créusio Kizua

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Só em conto de fada onde sa´pos viram principes. então não fiques parado a pensar k vai te acontecer um milagre desses!!!
O livramento ignorante Vivemos sob a lógica do livramento ignorante: diante de cada ruptura, apressamo-nos em dizer que fomos salvos de alguém antes de perguntar o que aquela experiência tentou revelar sobre nós. Vestimos o sofrimento com frases prontas, repetidas como sabedori…
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O livramento ignorante Vivemos sob a lógica do livramento ignorante: diante de cada ruptura, apressamo-nos em dizer que fomos salvos de alguém antes de perguntar o que aquela experiência tentou revelar sobre nós. Vestimos o sofrimento com frases prontas, repetidas como sabedoria, mas raramente compreendidas em tudo o que também exigem de quem as pronuncia. Uma delas é: “Escolha bem quem estará ao seu lado.” Todos falam sobre escolher bem quem estará ao nosso lado. Poucos falam sobre a responsabilidade de sustentar o lugar que pedimos para ocupar na vida de alguém. Aprendemos a avaliar quem merece permanecer conosco, mas raramente examinamos se possuímos maturidade para permanecer com quem escolhemos. Mais difícil ainda é reconhecer que podemos ter escolhido bem e, mesmo assim, não estarmos preparados para ser uma boa escolha para o outro. Encontrar a pessoa certa não nos transforma automaticamente na pessoa certa para ela. Podemos reconhecer o amor que desejamos e ainda não saber oferecer a presença, a verdade, o cuidado e a constância que esse amor exige. Há, evidentemente, relações das quais partir é preservação. Nenhum compromisso exige tolerar abuso, desrespeito ou apagamento de si. Mas nem toda perda é livramento. Algumas são consequência daquilo que não soubemos nomear, cuidar, reparar ou sustentar. Talvez a maturidade afetiva comece quando deixamos de perguntar apenas: “Escolhi a pessoa certa?” E encontramos coragem para perguntar: “Eu estava preparado para honrar essa escolha?” “Tornei-me alguém capaz de também ser uma boa escolha para ela?” Porque amar não é apenas encontrar. É aprender a habitar o vínculo sem ferir, permanecer sem se apagar, cuidar sem possuir e, quando partir for necessário, não falsificar a história apenas para escapar de si. Nem toda pessoa que perdemos era errada. Às vezes, era a nossa forma de amar que ainda não sabia permanecer.