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Frase de Créusio Kizua

No liges No liges por favor No digas que se ya no te amo no liges se digo que tudo era una grande aventura se me permite decirlo por mudo a sufrir yo no quero lhorar por amor!!!

Créusio Kizua

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Só em conto de fada onde sa´pos viram principes. então não fiques parado a pensar k vai te acontecer um milagre desses!!!
O livramento ignorante Vivemos sob a lógica do livramento ignorante: diante de cada ruptura, apressamo-nos em dizer que fomos salvos de alguém antes de perguntar o que aquela experiência tentou revelar sobre nós. Vestimos o sofrimento com frases prontas, repetidas como sabedori…
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O livramento ignorante Vivemos sob a lógica do livramento ignorante: diante de cada ruptura, apressamo-nos em dizer que fomos salvos de alguém antes de perguntar o que aquela experiência tentou revelar sobre nós. Vestimos o sofrimento com frases prontas, repetidas como sabedoria, mas raramente compreendidas em tudo o que também exigem de quem as pronuncia. Uma delas é: “Escolha bem quem estará ao seu lado.” Todos falam sobre escolher bem quem estará ao nosso lado. Poucos falam sobre a responsabilidade de sustentar o lugar que pedimos para ocupar na vida de alguém. Aprendemos a avaliar quem merece permanecer conosco, mas raramente examinamos se possuímos maturidade para permanecer com quem escolhemos. Mais difícil ainda é reconhecer que podemos ter escolhido bem e, mesmo assim, não estarmos preparados para ser uma boa escolha para o outro. Encontrar a pessoa certa não nos transforma automaticamente na pessoa certa para ela. Podemos reconhecer o amor que desejamos e ainda não saber oferecer a presença, a verdade, o cuidado e a constância que esse amor exige. Há, evidentemente, relações das quais partir é preservação. Nenhum compromisso exige tolerar abuso, desrespeito ou apagamento de si. Mas nem toda perda é livramento. Algumas são consequência daquilo que não soubemos nomear, cuidar, reparar ou sustentar. Talvez a maturidade afetiva comece quando deixamos de perguntar apenas: “Escolhi a pessoa certa?” E encontramos coragem para perguntar: “Eu estava preparado para honrar essa escolha?” “Tornei-me alguém capaz de também ser uma boa escolha para ela?” Porque amar não é apenas encontrar. É aprender a habitar o vínculo sem ferir, permanecer sem se apagar, cuidar sem possuir e, quando partir for necessário, não falsificar a história apenas para escapar de si. Nem toda pessoa que perdemos era errada. Às vezes, era a nossa forma de amar que ainda não sabia permanecer.

O amor não nos salva de nós mesmos, tampouco das armadilhas e dos campos emocionais que construímos ao negligenciar o amor-próprio, o autoconhecimento e a autoeducação. O amor é espelho e luz: ilumina a estrutura que somos e revela como nos movemos dentro dela. Não chega para re…
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O amor não nos salva de nós mesmos, tampouco das armadilhas e dos campos emocionais que construímos ao negligenciar o amor-próprio, o autoconhecimento e a autoeducação. O amor é espelho e luz: ilumina a estrutura que somos e revela como nos movemos dentro dela. Não chega para reconstruir sozinho aquilo que nos recusamos a compreender; apenas torna impossível continuar fingindo que não vemos. Por isso, o amor não é a obra pronta. É a planta daquilo que estamos dispostos a construir na própria alma — antes de exigir do outro uma casa onde nós mesmos ainda não aprendemos a habitar.