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Frase de Nicola Vital

⁠ÁRVORE DE AZEITE: Naquele benefício... um quintal com árvores de azeite Que nasciam todos os dias Àquela hora ao nascer o sol E morriam como tal ao ocaso. Sobre as rochas em greta Eu colhia os frutos que comia. E sobre seu cume que nutria o pinhal Eu mirava o cordeiro Que reluzia à boca da noite Com o olho central que cuspia fogo Iluminando o benefício. As árvores morriam E as aves em bulício calavam ao canto Sob o cântico de ventura Da matriarca Que mistificava o brilhante Reluzente de da luz.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.