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Frase de Mariana Mens

Bela época que se foi O sol nasce e antecessoramente a lua logo desaparece. O mundo que antes frio ao ser tocado pela brisa da noite, agora frio ao ser iluminado pelas luzes do sol, nem à noite nem o dia aquece este mundo que se tornou frio aos encantos da lua acompanhado pelo brilho das estrelas e ao calor dos raios solares. Vivo hoje nesse mundo que perdeu os encantos dos homens, a magia da vida, às vezes ignorada e maltratada, o brilho da esperança se esvai pouco a pouco e a vida persistentemente se renova a cada dia. A vida neste mundo está sem festejos como os de antes, as vestes não são como antes em um tempo que passavam uma imagem, mesmo nas piores índoles presentes naquele que a vestia, uma elegância exuberante e trazia beleza de forma recatada, hoje as roupas “tem o objetivo de valorizar” o corpo muitas das vezes de forma exagerada, na verdade são bonitas, mas não acho que as consideradas “evoluções” sejam melhores do que as de antes, são incontáveis às vezes em que casualmente esses trajes nos expõe a situações onde partes que propositalmente deveriam estar cobertas. Pergunto-me para onde foram aqueles espartilhos que moldavam o corpo da mulher e era auge, onde está aquelas belas saias volumosas que davam charme e elegância no andar e nos deslizes que mostravam a perna com extrema cautela, charme e respeito. Lamento essas mudanças, não sou machista muito pelo contrario, mas nós mulheres temos diferenças, o charme é diferente, os traços corporais principalmente, então o que levou ao uso de calças tão apertadas que ao invés de facilitarem às vezes alguns jeans acabam dificultando até mesmo um simples movimento. Não vejo beleza nos trajes de hoje como nos de antes.

Mariana Mens

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Mariana Mens

Pressentimento imprescritível Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas. Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas.
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Pressentimento imprescritível Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas. Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas. Sinto saudade de ouvir sua voz, ser levada até você através do pensamento e ser surpreendida no exato momento pela sua ligação, provando assim nossa ligação até mesmo através de um breve pensamento. Sinto saudade de me envolver, sem ligar. Sinto saudade de te ter e não ter medo de te perder, pois apenas estava aproveitando o momento. Sinto, hoje, dentro do meu coração que ambos estamos a nos procurar, mas com medo recuamos. Sinto um intenso desejo de te rever, o qual é estimulado pelos pensamentos e lembranças que me levam até você. Sinto, neste momento, lágrimas pelo meu rosto escorrerem e meu coração se despedaçar nessa intensa emoção por sua razão. Sinto que em algum lugar ainda vou te reencontrar nem que para isso o que me reste é desesperadamente lhe procurar.

Realidade inventada Vejo o sol, vejo o mar; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar;
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Realidade inventada Vejo o sol, vejo o mar; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar; Vejo que estou sob a luz do luar, vejo o tempo passar; Vejo a chuva tudo molhar, vejo a estrela brilhar; Vejo esse meu sonho acabar, vejo-me a tentar tudo melhorar; Vejo esse meu pensamento tentando melhorar se acabar; Vejo esperança no olho brilhar, vejo a beleza em tudo que há; Vejo esperança nos olhos de uma criança, mas não vejo mais em meu olhar; Vejo a beleza em todos, mas não vejo em mim, tão pouco reconheço meu reflexo; Vejo que estou presa neste baú a que devo chamar de coração, estou aqui esquecida; Vejo que não tenho ações nem reações, pois estou presa neste coração; Vejo que tudo que há de bom em mim está aqui, mas está guardado e preso no fundo deste baú onde ninguém pode ver além de mim; Vejo que deixei de sentir, vejo meu olhar se apagar e se calar; Vejo o meu sorriso aqui escondido e preso neste baú a que devo chamar de coração; Vejo meus sonhos se perderem, minhas esperanças desaparecerem e eu estamos aqui presos sem ter como reagir diante a essas injustiças; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lua a noite iluminar; Vejo que meu baú foi-se a atirar sobre as ondas deste mar; Vejo que dói me lembrar, vejo eu neste mar me atirar presa dentro deste baú; Vejo que aqui não é mais meu lugar, mas não tenho como escapar terei que junto a este baú, chamado coração, devo me atirar; Vejo meu lar desmoronar, meu ser desaparecer e meu sonho de esperança acabar; Vejo agora que acordei tudo ainda está aqui, nada mudou; Desse sonho de desabafo e esperança acordei;