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Frase de Pamela Marques

Me pega no colo, me enrosca em tuas pernas e me diz que não quer a calma de um amor tranquilo. Que deseja furacão, que quer ventania, que deseja ser vulcão em erupção. Me conta umas verdades bonitas - aquelas que somente o coração tem coragem de confessar -, e me olha nos olhos com cara de vontade. Vontade de ser um e se entrelaçar em meu corpo até se perder. Desfaz o nó da minha cabeça, faz um laço em meu coração - liga as tuas artérias aos meus desejos, me rompe a alma e me faz tua. Me beija os olhos, me toca os lábios e escreve uma poesia qualquer, daquelas que vemos espalhadas nos olhos dos transeuntes, e me deixa ser a história mais maluca que a vida quis te escrever/envolver. Seja o mocinho nas manhãs de primavera, seja o vilão nas noites de inverno, seja meu amigo nos dias em que o verão nos convida a descobrir a vida lá fora, seja meu amante quando as flores nos intimar ao amor. Desenha em meu corpo as tuas digitais, faz meu coração bater em uníssono junto ao teu, espalha as borboletas que carrego dentro do estômago, plante um jardim de margaridas debaixo dos meus pés, apresente a nossa história nos outdoors da cidade, tenha orgulho da gente, de nós, dos nossos nós, diga ao mundo que a gente se tem, que você foi meu presente de aniversário/dia das crianças/natal e ano novo. Me dá a mão e me leva embora. Leva embora para a tua vida, pro teu canto. Para a tua história.

Pamela Marques

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Havia uma árvore naquela rua branca de ladrilhos avermelhados. Ela era bem alta, vigorosa e tinha umas florzinhas brancas, menores que flores de laranjeiras, bem menores. Elas tinham um cheiro forte, porém adocicado. Tão doce que causava tontura se você inalasse seu cheiro bem de…
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Havia uma árvore naquela rua branca de ladrilhos avermelhados. Ela era bem alta, vigorosa e tinha umas florzinhas brancas, menores que flores de laranjeiras, bem menores. Elas tinham um cheiro forte, porém adocicado. Tão doce que causava tontura se você inalasse seu cheiro bem de perto. Não importava. Ela tinha cheiro de infância, lembranças da adolescência. Ela era pura saudade.

E então me é justificável o que balança e estremece cá dentro. Porque eu te vejo e tenho nos momentos mais difíceis, nas horas em que o mundo me incita a gritar, tu me fazes sorrir. Me é doce teus nãos, teus sims e tuas maneiras de se importar. É que tu não sabes, mas me é porto…
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E então me é justificável o que balança e estremece cá dentro. Porque eu te vejo e tenho nos momentos mais difíceis, nas horas em que o mundo me incita a gritar, tu me fazes sorrir. Me é doce teus nãos, teus sims e tuas maneiras de se importar. É que tu não sabes, mas me é porto agora. É vontade tremenda, é refúgio. E então eu sempre volto a ti, porque a felicidade se encontra aí: nos teus dedos e palavras.