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Frase de Pamela Marques

As palavras que ensurdecem Deixando silêncios ecoando pelos cantos É grito calado preso na garganta É choro abafado, contido, refreado.

Pamela Marques

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Havia uma árvore naquela rua branca de ladrilhos avermelhados. Ela era bem alta, vigorosa e tinha umas florzinhas brancas, menores que flores de laranjeiras, bem menores. Elas tinham um cheiro forte, porém adocicado. Tão doce que causava tontura se você inalasse seu cheiro bem de…
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Havia uma árvore naquela rua branca de ladrilhos avermelhados. Ela era bem alta, vigorosa e tinha umas florzinhas brancas, menores que flores de laranjeiras, bem menores. Elas tinham um cheiro forte, porém adocicado. Tão doce que causava tontura se você inalasse seu cheiro bem de perto. Não importava. Ela tinha cheiro de infância, lembranças da adolescência. Ela era pura saudade.

E então me é justificável o que balança e estremece cá dentro. Porque eu te vejo e tenho nos momentos mais difíceis, nas horas em que o mundo me incita a gritar, tu me fazes sorrir. Me é doce teus nãos, teus sims e tuas maneiras de se importar. É que tu não sabes, mas me é porto…
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E então me é justificável o que balança e estremece cá dentro. Porque eu te vejo e tenho nos momentos mais difíceis, nas horas em que o mundo me incita a gritar, tu me fazes sorrir. Me é doce teus nãos, teus sims e tuas maneiras de se importar. É que tu não sabes, mas me é porto agora. É vontade tremenda, é refúgio. E então eu sempre volto a ti, porque a felicidade se encontra aí: nos teus dedos e palavras.

Pegou uma caixinha, papel de seda e esticou sobre a mesa, usou algumas fitas coloridas e o embrulhou. Seus dedos tremiam a cada laçada, começou a escrever um bilhete. Suas mãos trêmulas rabiscavam algumas palavras, enquanto suas lágrimas caiam sobre o papel manchando-o. E suas p…
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Pegou uma caixinha, papel de seda e esticou sobre a mesa, usou algumas fitas coloridas e o embrulhou. Seus dedos tremiam a cada laçada, começou a escrever um bilhete. Suas mãos trêmulas rabiscavam algumas palavras, enquanto suas lágrimas caiam sobre o papel manchando-o. E suas palavras foram as seguintes:"César, Dou-te meu coração dentro dessa caixinha. Ele já não me pertence há tempos. Então é justo que eu te entregue."