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Frase de Jaak Bosmans

"No encontro de nós dois" No encontro de nós dois Despi-me das armaduras e me revesti de desapegos Não te queria.Pra que te ter? No encontro de nós dois era importante que continuássemos dois Não encontramos pedaços perdidos de nós Encontramos inteiros que podemos amar. No encontro de nós dois Abriu-se uma fenda na paisagem daquele por de sol Não te queria em despedidas nem mesmo em reencontros Cada amanhecer me pertencia e eu te oferecia em bandejas, Ainda na cama, os primeiros raios da luz. No encontro de nós dois Teve lua ,teares de estrelas ,e convite pra ser feliz. Beijos com um só riso ,e me aconcheguei logo, em quase nada. E que era tudo. Me desfiz em lágrimas ,e colhi-as nas mãos, Só pra jogar pro alto e vê-las se transformando em brilhos. No encontro de nós dois Grandes cavalos alados e pequenas gotas de vento Transformavam cada palavra em vestimentas de ternura. Foi assim,que se deu: em mágicas, aventuras, e sonhos O encontro de nós dois.

Jaak Bosmans

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Conquista circense Entre rugidos e lonas suspensas, lá estava o circo montado. Arrastado pelos ventos contrários aos teus fugazes desejos
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Conquista circense Entre rugidos e lonas suspensas, lá estava o circo montado. Arrastado pelos ventos contrários aos teus fugazes desejos Persegui-te em saltos mortais nas alturas dos trapézios Contorci-me a caber-me inteiro em teu irrevelável interior Pouca luz, rufar dos tambores, avisam silêncio e suspense Lâmina afiada separou-te em metades que se refizeram em meu inteiro Equilibrei-me com vendas e guarda sol em cordas bambas e monociclos Palhacei-me para os sorrisos ingênuos e puros na criança de todos nós. Expelido entre fumaça saí em tua direção como homem bala sem sabor Caindo sempre em redes tecidas por pescadores de sereias e sonhos Corri ainda no picadeiro de tantas agonias e pesadelos. Onde me equilibrei em cavalgadas aladas entre estrelas e satélites. Em veloz e ruidoso show, repeti sempre o mesmo trajeto Onde a vida só existe como espetáculo, no mesmo globo da morte. Conquistei-te pela mágica do desfilar dos finos lenços multicores Que lançados aos céus, se transformaram em suave e alva paz. Na apertada malha de tantos brilhos esperou-me o cume da pirâmide Onde pousei sob o olhar da tua bela e misteriosa esfinge. Fiz bailar com doçura os elefantes do teu amargo passado E como último e anunciado impossível de todo o espetáculo Enfrentei a fera indomável da tua beleza selvagem Com o requinte que me fez domar-te com carícias e sussurros. Jaak Bosmans