Frase de Sebastião Alba
O limite diáfano Movo-me nos bastidores da poesia, e coro se de leve a escuto. Mas o pão de cada dia à noite está consumido, e a alvorada seguinte banha as suas escórias. Palco só o da minha morte, se no leito!, com seu asseio sem derrame... O lado para que durmo é um limite diáfano: aí os versos espigam. Isso me basta. Acordo antes que a seara amadureça e na extensão pairem, de Van Gogh, os corvos.
No pensador.ai desde