Frase de sonia schmorantz
Na poética mansidão da madrugada Sonhos se refugiam na inquietação da alma. A lua, farol iluminado ao longe Hoje é quem me faz companhia. A olhar as estrelas por entre nuvens. Uma lágrima cai, mas não podem vê-la Porque é da alma que sai... Há noites assim, Em que os corpos não se pedem, São noites brandas de desejo, Mãos que repousam em palavras de paz. A cada noite numa folha branca Os versos pedem para nascer na Mansa inquietação com que me cubro Nos dias em que não estás...
No pensador.ai desde