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Frase de MANOEL DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

POESIA SEMPRE Prometo Poesia Na dor Na alegria Se a morte separa Se a vida não para Permanece A poesia Na dor Na alegria

MANOEL DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

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Outras frases de MANOEL DE ALMEIDA ( Copyright 2010 - Direitos Autorais Biblioteca Nacional - Rio de Janeiro, RJ)

ONDE VIVE MEU AMOR? Todo amor que tive, foi-se, Não sei por onde anda ou se vive!
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ONDE VIVE MEU AMOR? Todo amor que tive, foi-se, Não sei por onde anda ou se vive! O amor que não tive, nunca se foi, Eu sei por onde anda e que vive! Todo amor que tive foi comensal Da mesa farta dos meus sentimentos! Locupletávamo-nos com a fartura de nossas energias, Que de pouco em pouco, reduziam-se em migalhas frias! O amor que não tenho, mas que um dia tive, Eu sei por onde anda e que vive: Sinto seus passos doídos em meu coração, Ouço sua voz no mais recôndito de minh’alma! Transmutamos energias sutis, que alimentam nosso sonho, Enquanto, neste Mundo, trilhamos unidos e distantes, O caminho no qual um dia nos reencontraremos – suponho, Pois, creio que o Grande Juíz da Vida não é cruel nem medonho!

“SEGUINDO A CORRENTE ...” De encontro à vida, Fatal acidente causando ferida.
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“SEGUINDO A CORRENTE ...” De encontro à vida, Fatal acidente causando ferida. Ao da encontro vida, Ação inteligente, normal incidente . Nas duas opções, Sob quaisquer condições, São distintas as lições: A primeira, ir contra a corrente da vida, Revoltando-se ante as provas sofridas, Só aumenta a dor da ferida E não se aprende com a lição vivida, Que, no futuro poderá ter de ser repetida! A segunda, o ser pensante,a dor, não abstante, Segue a corrente da vida numa luta constante, Sem revolta e aprendendo a todo instante! Ao encontro da vida uma decisão inteligente.

O INIMIGO VIVE COMIGO Há algum tempo minh’alma Ansiosa, agita-se se calma,
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O INIMIGO VIVE COMIGO Há algum tempo minh’alma Ansiosa, agita-se se calma, Como a querer me fazer Seus sentimentos, escrever! Ora vislumbra-me por inteira Ora esconde-se sorrateira! Sim, falo de minha própria alma, Que na verdade sou eu mesmo! É que às vezes, escondo-me de mim mesmo, Outras vezes, mostro-me todo, a mim mesmo! Uma parte de minh’alma ao Mundo quer se mostrar, Outra parte querer do Mundo se esconder! Sinto minh'alma carente de amor, de afeto! Levo a vida sentindo-me um Ser incompleto! Meu desejo de amar, só meus poemas a me consolar! Mas essa dor em minh’alma insiste em me maltratar! Triste sina essa minha, tenho tanto afeto a oferecer, Porém, há uma estranha força impedindo acontecer A aproximação de alguém que posso meu frio coração Aquecer! E quando alguém chega, eu, algoz de mim mesmo, Atrapalho-me, erro, falho,... Sim, sou algoz de mim mesmo!