Frase de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
EXÍLIO Cobriu-me de tristura o ocaso pardo Um aperto n’alma fino e sem trelas A saudade com sensações donzelas E o silêncio que pesava como fardo E, cá neste soneto um penar guardo A tatear as imaginações tão singelas Arrancando emoções sem ser belas Pra ferir a poética com duro dardo E, vai, assim, em um versejar forte Rogando em vão a esmola da sorte Tragando a ilusão das covas rasas Bardo triste afetivo em tuas prosas Sou choro, sou riso, sou mais rosas Amargo trovador com exiladas asas... © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 02 dezembro, 2021, 05’40” – Araguari, MG
Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde