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Frase de Nicola Vital

⁠ SEM RÓTULO A minha curiosidade e atrevimento ao escrever às vezes me custa responsabilidades. Em um dia daqueles que a gente não espera, um jovem poeta me aborda pelo Instagram e para minha imensurável surpresa me faz um questionamento. - Eu leio seus textos sempre! Eu lhe respondi. - Quem bom, fico feliz por isso. E, surpreendentemente, ele me interpela. - Eu tenho muita vontade de lhe mostrar meus escritos mas tenho medo que detecte algum erro. Em êxtase lhe respondi - Eu também morro de medo do seleto intelecto corretivo da literatura comercial. No entanto, a escrita é minha, a leitura sou eu que faço. De certo, no universo virtual eles também me lêem, embora não me comprem O restante é só o restante caro poeta.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.