Frase de Cecília Meireles
Canção Não te fies do tempo nem da eternidade, que as nuvens me puxam pelos vestidos, que os ventos me arrastam contra o meu desejo! Apressa-te, amor, que amanhã eu morro, que amanhã morro e não te vejo! Não demores tão longe, em lugar tão secreto, nácar de silêncio que o mar comprime, ó lábio, limite do instante absoluto! Apressa-te, amor, que amanhã eu morro, que amanhã eu morro e não te escuto! Aparece-me agora, que ainda reconheço a anêmona aberta na tua face e em redor dos muros o vento inimigo... Apressa-te, amor, que amanhã eu morro, que amanhã eu morro e não te digo...
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Fonte e informações de autoria
Pensador.com | Fonte: MEIRELES, C. Antologia Poética. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2001. | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.
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