Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
RELÓGIO Sou as horas que anda, que anda Segundos, sem fim, sem dimensão Vou levando verás, agridoce ilusão Sonhos, e o teor na sua demanda Sou o tempo, a correr, indagação A realidade adestrada da varanda Do viver, sem fingida propaganda Minutos no vai e vem da emoção Ninguém pode parar meus anos Nascem e morrem, sem medida Desse modo, acertos e os danos E não há rebelião pra hora corrida Há vida, tudo passa, sem planos Então, não desprezais minha batida... © Luciano Spagnol poeta do cerrado 2019, fevereiro, 03 Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
No pensador.ai desde