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Frase de pedro aranda

(VI) no olhar mudo das tílias interrogo o destino tenho na memória o meu pai cultivando os campos e por companhia uns olhos tristes de juventude perdida dói-me o vento que passa são tristes as flores no meu olhar desabrocharam mortas

pedro aranda

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Pensador.com

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(XVI) agarra a meada do irreconhecível e decifra a forma como tudo se enreda com tudo
(III) viajando nas asas do vento Norte visitarei o país das alturas e o das profundezas
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(III) viajando nas asas do vento Norte visitarei o país das alturas e o das profundezas procurando o que não existe o impossível e o imaterial jamais voltarei nenhuma pegada na areia assinalará os meus passos e não esperem na volta do correio um postal pois vou desaprender a arte de escrever e só falarei línguas estranhas