Frase de Petros Medeiros
Não quero a calmaria, pois pertenço a tempestade, pertenço ao vulcão, quero correr em liberdade, o mais distante das águas frias, nelas não cabem minha intensidade, carrego comigo o trovão, o caos e a calamidade, meu suspiro é furacão, que os oceanos sejam eletricidade. E que eu nunca seja terra; que minhas cidades continuem em guerra para que eu possa me encontrar, que eu nunca seja a serra, as arvores não quero derrubar, que eu seja pássaro, que eu seja voo, que eu seja tão livre que do passado possa me libertar.
No pensador.ai desde