Frase de Carlos Drummond de Andrade
Toada do Amor E o amor sempre nessa toada! briga perdoa perdoa briga. Não se deve xingar a vida, a gente vive, depois esquece. Só o amor volta para brigar, para perdoar, amor cachorro bandido trem. Mas, se não fosse ele, também que graça que a vida tinha? Mariquita, dá cá o pito, no teu pito está o infinito.
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Fonte e informações de autoria
Pensador.com | Fonte: ANDRADE, C. D. Alguma Poesia, 1930 | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.
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