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Frase de Summer Bittencourt

Carta para o Futuro Olá, pessoa do futuro. Tomara que você seja tão fascinada pelo passado como eu sou... Se você se pergunta se aqui no passado nós somos parecidos com vocês, essa é uma ótima pergunta. A resposta é: provavelmente não. Mas esse "não" é relativo. Não temos essas facilidades que vocês têm e, na verdade, ainda não sentimos falta delas. Mas a vida continua relativamente igual. Eu tenho mãe e amigos. Tenho uma esposa, muito bonita, por sinal. Eu me levanto cedo para trabalhar, como imagino que você deve fazer também. Ao meio-dia, almoço em um restaurante: como arroz e feijão, carne de gado ou frango, maionese, vinagrete e tomo uma Pepsi (um tipo de bebida gaseificada, com muito açúcar). Chego em casa, ligo o computador e fico horas programando apps ou trabalhando com segurança da informação. Nossa vida tem alegrias comuns aos homens, como piadas, comida, amigos, música e prazeres. Nós também temos problemas: roubos, doenças, mortes. Estamos passando por um período muito terrível. Pessoas entram em escolas e matam crianças para ganharem notoriedade. Elas querem ser lembradas como "Fulano de tal, o assassino da escola". Outra onda de morte está sendo por envenenamento de comidas. Teve um caso com um bolo com arsênio aqui no Sul, depois um caso com chumbinho no Nordeste, e outros dois em São Paulo. O presidente atual é o Lula (Brasil) e o Trump (EUA). Já não nos parecemos em nada com o que éramos há 500 anos atrás, quando os portugueses chegaram em nossas terras. Espero que aí no futuro você esteja bem. Não fique pensando tanto no passado; as paixões que você teria aqui pode muito bem vivê-las no seu tempo. Summer Bittencourt 22 de Julho de 2025 Terça-Feira (Carta escrita em Canoas-RS)

Summer Bittencourt

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nasci Pobre e Desletrado Nasci pobre e desletrado, mas por meio do Estado ganhei escrita, ganhei leitura. Resolvi fazer poesia, mas a mancha não saía, minha fala era burra! Resolvi pedir perdão e, por meio da União, no ensino médio me formei. Resolvi fazer poesia e, mesmo com maestria, do jeito simples não me livrei! Repreensão de todo jeito, sem tato e com despeito, eu cansei de escutar. Resolvi fazer poesia. Para mim mesmo repetia: "Ninguém mais vai me malhar." Analisei a minha obra, refleti por uma hora e cheguei à conclusão: Eu resolvi fazer poesia. Quem gostava dela, lia. Quem não gostava, lia em vão!

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