Frase de Summer Bittencourt
Poema da Tarde Sou pertinaz em falar das tardes. Ora, o que há de mais ocioso? A noite? Pobre noite... dama que corre de mão em mão. O efervescer ardente é denso aos meus olhos molhados de suor. E a tarde vai... voa como meus funestos versos fracos. Tarde! Pra quê serve a tarde? Extenso descanso dos glutãos, carrasca dos sertões... Dona insana do meu labor.
No pensador.ai desde