Frase de Lucian Rodrigues Cardoso
Prometo até a morte Prometo, como poeta, não prometer livros como não se promete o que e o quanto pensar (desconfio ser um deus os que aceitam encomendas de consciência livre, de certo, eles sabem: o que virá, o que pensará, o que escreverá e por quanto ainda estará vivo). Como poeta, vagamente, prometo viver e viver, leia-se, escrever posto que viver e não escrever, pro poeta, leia-se, morrer.
No pensador.ai desde