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Frase de Marcio Funghi de Salles Barbosa

A LIÇÃO DE MARNO Aos doze anos de idade fui com minha mãe visitar o tio Marno, ao qual dedicava muita afeição. Marno era destes, que no segundo ano primário abandonou a escola, achando que a professora só o fazia perder tempo. Ao falecer em 1988, conhecia pelo menos oito idiomas, falava quatro e era consultor de mecânica, física, música, pintura e quase todo o conhecimento humano possível para uma só cabeça captar. Naquela visita, íamos conhecer a máquina que ele inventara, para uma indústria de velas. Ela era alimentada com os ingredientes num extremo; no meio entrava água para a refrigeração e as velas saiam prontas na outra ponta, com extrema rapidez. Elogiei a invenção e o Marno me disse que tivera pouco tempo para fazê-la e por isto não pudera concluir a etapa de empacotamento automático. Era demais para um adolescente! Não resisti e exclamei: "Tio, queria ser como você e inventar as coisas. Como você faz?" Em sua inesgotável paciência ele me explicou: "É fácil, você começa com uma idéia simples, como por exemplo: - De que se compõe uma vela? Após saber seus ingredientes, e como fundi-los, sua primeira reação será a de inventar uma forma, que lhe dará a modelagem da vela, com um cordão no centro como pavio. Seu passo seguinte será tentar fazer a forma resfriar, para solidificar os componentes fundidos. Se o produto final estiver bom, você certamente quererá fazer várias velas de uma só vez. Próximo passo? Idealizar uma forma que faça mais velas. Depois um processo de resfriamento mais rápido. Melhorando a idéia, você irá descobrir um processo integrado de fundir os componentes e a forma de interligar os diversos processos. Aos poucos, amadurece-se o projeto, acrescentando-lhe melhores idéias Daí se parte para as consultas aos manuais técnicos, aos cálculos e eis você com a sua máquina, talvez melhor que a minha". Contra argumentei: "Parece fácil, mas requer muito estudo antes se tentar fazer uma coisa destas, não?" A resposta: " O estudo é uma conseqüência da busca ao aperfeiçoamento e por isto mesmo, fácil de ser dirigido no sentido certo. O maior problema que você terá que enfrentar é o medo, que quase sempre nos impede de tentarmos achar alguma solução, para os nossos problemas. Entendi, mas levei alguns anos, para compreender o que ele realmente me ensinara. Na faculdade de medicina, fui obrigado a usar esta técnica, mas creio, que apenas uma parte dos professores da escola, sabiam que estavam ensinando o método científico, com suas etapas e conclusões. Faziam suas aulas intuitivamente, sem despertar nos alunos, o raciocínio mais óbvio que se podia concluir: “Ser médico é aplicar constantemente um método, o mesmo, que se aplica para encontrarmos a solução de qualquer problema, que possamos achar”. Este óbvio “Marniano" vem nos mostrar uma porção de contradições que, se quisermos, poderemos identificar em nosso dia a dia. Na educação, por exemplo, somos levados a estudar, sem entendermos que não estamos sendo castigados e que isto é tão bom, como brincar, por exemplo. Não tornaram o nosso objetivo claro. Ficamos boiando à deriva, até‚ que algum salva-vidas surja e nos coloque numa profissão, onde nem sempre o objetivo é claro, salutar, ou realizador. Com medo de errarmos, sermos reprovados e marginalizados, muitas vezes sequer tentamos, para não termos que assumir nossos “fracassos”. Comemos do pasto ralo, com medo de não gostarmos de brioches. Viramos "comportados cidadãos", exemplos da comunidade! E a nossa criatividade? A inibimos cada dia mais, para não assumirmos responsabilidades. "Hoje se compra quase tudo pronto, para que esquentarmos a cabeça?", este ‚ o nosso lema. Em todos os ramos de negócios, esta regra não é exceção. Via de regra prefere-se comprar pronto fora, do que estimular pessoas a uma troca de idéias, para achar uma solução. O medo ronda a decisão. Se somos capazes, por exemplo, de fazer uma máquina que fabrique duzentas velas por dia, que fantasma poderá nos assustar, se hoje quisermos fazer dois milhões? Na prática, um assusta: o medo de crescer e se tornar vulnerável. Isto tem um nome: insegurança. Tem a ver com a falta de crescimento interno. Tem a ver com os diversos "cuidado menino, não se arrisque, não vá errar", que tanto levaram a crer no perigo sempre eminente e levou ao ser muito cauteloso. Tão cautelosos a ponto de parar e ser esmagado pelos caminhantes em avanços e recuos; estes a imensa e esmagadora maioria tentando acertar e acertam. O Marno estava certo: "fazer é fácil; difícil ‚é crermos que somos capazes de fazê-lo". Vejo profissionais com elevado potencial, se transformarem em "vaquinhas de presépio", a troco de salários minguados, para sentirem-se seguros. Pelo menos até‚ que seus "donos" descubram sua ineficiência para evoluir. Conversei estes dias com um empresário, que me disse ser concordante com um pensador que lera há algum tempo e que dizia que, procurar demais confunde. Novamente o medo se torna estampado. A procura‚ o meio de se conseguir um aperfeiçoamento, nem é tentado. Tenho certeza de que se formos capazes de entendermos que todo o conhecimento humano, só foi obtido, depois de várias tentativas de erros, veremos que errar é a forma mais comum de aprendizado. Quem conhece esta verdade insofismável, pode se considerar muitos anos à frente, de noventa por cento da população. No mínimo! Quem a coloca em prática, tem uma chance enorme de acertar, pois eliminou a possibilidade de errar, por estar por estar certo de que o erro não é limitante, mas oportunidade para rever e crescer.

Marcio Funghi de Salles Barbosa

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Pensador.com

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A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava.
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A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava. Não pensou que a cachorrada, A espada lhe fincava. Precisavam de um bode Pra derrota espiar, Assim o bobo se _ode, E seguem a indicar, Gente com bom patrocínio, Para as burras entupir. Pois, burro sem raciocínio, Com dinheiro vai fingir, Ser o dono deste mundo, Com sete palmos pro fundo. ________________________ Pastéis, não diferenciam O que apenas só viam, Não sendo racionais, Sem julgar, gestos errados, Pois creem ser maiorais. Ao se tornarem malvados. Corrompem tudo e todos, Que querem ter muito mais. Costumam criar uns modos, Que os fazem tais e quais, Às bestas despudoradas, Pouco importando quem torce. Esquecem que nas 'peladas', O fome ronca em morse. __________________________ Daí vem o futebol, Minorando o sofrer, De quem olha o arrebol, Pensando em renascer. Talvez perdendo a Copa, Consiga no voto vencer, A política que dopa, Com mentiras todo o ser, Criando em farsa time, Ao qual se deve torcer. Não mais deitando no vime, Mas lutando e vencer. Do nosso berço beleza, CRIEMOS NOSSA GRANDEZA! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara…
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JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara algumas partidas e acumulava a ‘riqueza’ de vinte cruzeiros, quando saio com jogada pronta de um street-flush até rei ( 9, 10, valete, dama e rei - de paus). Disfarcei, fingi ter dúvidas se trocava uma carta e uma alegria imensa, muito bem contida, se apossou de mim. Ao iniciar as apostas, lancei vinte centavos na mesa, dois jogadores pagaram e o terceiro dobrou minha aposta, fazendo fugir os dois ‘blefadores’. Fomos dobrando as apostas, até que eu paguei uma aposta de dez cruzeiros, que me sobravam. Ao abrir o jogo, meu oponente viu meu street e completou: “Ganhei!”, exibindo um Royal-street-flush de ouros (até ás). Desde este dia passei a ter mais firmeza numa crença que já professava: “Não existe sorte em jogo, existe habilidade ou coincidências”. Hoje, 02/07/2010, fomos desclassificados da Copa. Ainda bem que a nossa copa não foi inundada por uma enchente! Mas, senão vejamos: Tomamos um gol por mera casualidade: homens escolhidos, defendendo a área, no lugar errado e um mergulho bem intencionado produz um erro, que não queríamos que acontecesse, pois a partida fica empatada. Desesperados, com raiva, ‘ultrajados’ pela Holanda, o nosso time se descontrola e numa série de atitudes impróprias, perde a habilidade e voltamos para casa. Já ouvi uma série de justificativas e acusações, que de nada valem, pois perdemos a chance de vitória nesta Copa. Creio que o erro nos destrona por algum tempo, mas começamos a amadurecer a seguir: - Dunga protegeu a seleção de exposições que a prejudicassem, fazendo com que o ‘já ganhou’ atrapalhasse a concentração; - As escalações das equipes, sempre favorecem a alguns patrocinadores e patrocinoraptores, - A imprensa tem idéias díspares, favorecendo aos que as acertam e calando aos que as erram; - As ‘bumbunzelas’ não foram bem o que eu esperava: sem um pingo de ‘sex-apeal’, só emitiam sons horríveis, que devem ter perturbado vários jogadores de muitas seleções; - As Jabulanis pulavam mais que periquitos no cio, muitas vezes atingindo o terceiro andar do gol, ou as laterais de escanteio, ao contrário de serem encaminhadas para o gol, levando os torcedores ao ‘clímax’, como estavam acostumados a proporcionar os periquitos, digo, os jogadores. Fica aqui uma pergunta? Quem se beneficiou com a contratação desta ‘pelota’? Garanto que não fui eu nem a população da África, nossos ancestrais; - Nossa seleção e a da Holanda deram um show em civilidade, demonstrando pejo ao racismo; - Talvez o Dunga consiga ter como prêmio a melhora de seu pai doente; - Talvez na próxima Copa, no Brasil, tenhamos um técnico com o apelido de Dengoso, que não irrite a imprensa, mesmo se não levarmos o título. Aliás, o apelido do nosso técnico é impróprio pois o Dunga era mudo. Acho que poderíamos dispensar algum Zangado, para evitar prejuízos à Seleção Canarinho, que intentava tomar ‘laranjada’ e acabou chorando, como todo ser humano de caráter é capaz de fazer, ao perceber suas falhas; - Por último, mas muito importante, é preciso ressaltar que a única seleção candidata ao hexa-campeonato e capaz de sambar com desenvoltura é a nossa. Viva o Brasil! Viva a Seleção! Vamos escolher com consciência nossos próximos dirigentes, pois a ‘LISTA SUJA’, parece que está sendo burlada! E viva Zambi! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

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JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’. Mal sabe ele, que de fato topa, Com um grande acordo negociado: A FIFA envolveu todos ‘mafifosos’, Onde correu solta uma dinheirama, Para se vingarem destes ‘ardorosos’, “Que querem seu time com bastante fama”! Por isto usaram só as JABULANIs Que chutadas acertam os torcedores, Fazendo galos nas cucas dos romanis Que com VUVUZELAS querem escores. Moral: Se até na distração há safo, Só nos resta torcer, como desabafo! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

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QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia) Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás De O Ferres (prá valer!) Tom Cm (pelo menos isto!) Ritmo Bolero Sempre que te pergunto: “O quando comes e onde?” Tu sempre me respondes: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” E assim passando fome E eu bem revoltado E tu abobalhado: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” Estás perdendo o voto, Esperando, votando, Por mais que tu o queiras Estão se lixando, até quando? Não passe assim os dias, Estou te informando Pra ir se rebelando, Agrade a ti e a Deus! Não vote nos filisteus! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com