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Frase de Everton Arieiro

Hiperemia O que sente bem agora? Quando tocam-se as bocas; O que dizes dessa horas? Dessas vozes que são roucas. Aqui deitas e me anima; É que na pele tens calor; Em mim deitas, bem em cima; O que despertas é amor. O que digo e o que sinto; Não se pode antever; É que para mim eu não minto; E eu quero a você. Há alguém para amar; Há o amor para nós dois; Há poesia nesse ar; Não deixar para depois. Vem e seja o meu rio; Vem e molhe o eu inteiro; Vem e acende o pavio; Não me compre com dinheiro. Ouça tudo que te digo; Me empreste o coração; Se esconda no abrigo; Me consuma na paixão.

Everton Arieiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível…
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Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível quando trabalho nesta parte.

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o en…
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A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o encontro, para rir do tempo que fez desencontrar.