Frase de Ricardo Manhães
Uma busca frenética, Incansável. Asas que batem sem destino No vazio do espaço. Em sonhos, lutas acordado. Trajeto alado Ao novo amanhecer. (Rumas a quê?)
No pensador.ai desde
Uma busca frenética, Incansável. Asas que batem sem destino No vazio do espaço. Em sonhos, lutas acordado. Trajeto alado Ao novo amanhecer. (Rumas a quê?)
No pensador.ai desde
Entender a vida, por si só, é uma arte. É olhar a existência nos olhos, e deixar-se guiar pelas trilhas que o mundo provém. É saber distinguir cada passo, e compreender os desígnios do futuro para além das expectativas, mas como quem sonha e faz acontecer. É notar a si mesmo com…
Entender a vida, por si só, é uma arte. É olhar a existência nos olhos, e deixar-se guiar pelas trilhas que o mundo provém. É saber distinguir cada passo, e compreender os desígnios do futuro para além das expectativas, mas como quem sonha e faz acontecer. É notar a si mesmo como elemento fundamental da própria história, e não como um coadjuvante que tudo vê. É permitir-se ser livre, mesmo dentro das amarras que as circunstâncias podem trazer. É compreender o próprio tempo, alinhando as arestas que delimitam a imposição do outro no nosso querer. Entender a vida é uma arte. Ser autor dela também.
Ofício O artesão observa em reflexão O projeto em suas mãos
Ofício O artesão observa em reflexão O projeto em suas mãos A projeção do que pode ser A obra que modela Como uma criança que forja Seus sonhos em caravelas Guiadas no mar da esperança. Não há desespero que tome O coração do artesão Quando em seus devaneios Se inebria no baile das ilusões Como aquela mesma criança Que nunca sonhou em vão.
Sinto saudade da pureza do ar, Da pureza pela pureza. Sem cliques.
Sinto saudade da pureza do ar, Da pureza pela pureza. Sem cliques. Do canto despretensioso dos pássaros. Do toado das crianças que brincam Sem pretensão de culpa, Com presunção de inocência. Do verde dos bosques rutilantes. Do azul do céu só pelo azul E nada mais. Sinto saudade de quem eu era Antes de escalar o monte dos pensamentos E ser condicionado a ser o que sou. Sinto saudade de mim.
Sob os olhos de candura Deita-se em resplendor. Canta em melancolia
Sob os olhos de candura Deita-se em resplendor. Canta em melancolia Versos de saudade. Que há de ser do amanhã Quando o horizonte chegar Sem ninguém ao lado Para tudo se compartilhar?