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Frase de Gleice Priscila

A esperança Como diz a canção do Gilberto Gil: “andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá...” Já que esse também é o meu lema, Sigo a minha trajetória De mãos dadas com a perseverança, Renovando a cada instante A aliança com a sabedoria. Mas se eventualmente, O véu das incertezas Quiser me cegar, Certamente me lembrarei Do céu estrelado, Pois cada ponto cintilante Reforça as inúmeras possibilidades De que posso tentar mais uma vez. Se de repente o desânimo Sussurrar que não sou capaz, Respirarei bem fundo Até sentir o ar puro Me devolver a paz. Portanto, a esperança Está cravejada em minha alma, Tal como pedras de esmeraldas, Que respaldam a tão almejada vitória.

Gleice Priscila

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Pensador.com

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Uma Palavra Basta Antes de tocar os meus lábios, eu já te percebo no perfume. Desperta desejos, afasta as pedras do caminho, adoça o meu humor e, sem pedir licença, se impõe. Desliza quente, intenso, como um riacho borbulhante, marcante. Pode vir puro ou acompanhado, mas sempre chega inteiro. E, no cochichar da xícara, aquece a alma e acende o dia. Então, entre as mãos e o primeiro gole, cabe inteiro em uma palavra: café.

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A Voz que Clama Mulheres guerreiras, munidas de inteligência, trajadas de coragem, reivindicam seus direitos. Vozes que ecoam feito trovão, vozes que cortam o Atlântico e desmoronam barreiras. Mulheres de todas as nações clamam em um só coro: a sede pela paz e a fome pela igualdade. Mulheres de fibra entrelaçam suas forças e, fio a fio, traçam metas, mesclam sabedoria com determinação. Como colcha de retalhos, constroem pouco a pouco histórias de lutas e conquistas. Batalhas que deixam marcas profundas. Porém, o combustível para prosseguir é a vontade de vencer todo tipo de preconceito. E a esperança, ah! a esperança! É a força crucial para libertar as amarras de todas as desigualdades. Portanto, a voz que clama não pode se calar.

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A Arte de Conter Águas Na superfície, aprendi a ser leve, balanço embarcações, embalo olhares, finjo calmaria para quem passa. Mas abaixo do azul profundo há movimentos que não se explicam; correntes internas, em descompasso, se cruzam, procurando um ritmo que nunca chega. Lanço âncoras e as sustento por anos, algumas firmam, outras pesam. Nem sempre sei se me mantêm inteiro ou se me pedem silêncio demais. Para conter a superfície em equilíbrio, sustento ondas, absorvo impactos e recolho o que quebra. Há fúria no fundo, não em tempestades visíveis, mas em giros contínuos, em força que aprende a não transbordar. Ainda assim, sigo vasto, ensino caminhos, devolvo ecos e carrego vidas sobre mim. E às vezes, diante do horizonte, nem avanço, nem retorno, apenas existo, sentindo tudo o que me atravessa. Talvez seja isso ser oceano: sustentar o mundo enquanto aprende, sozinho, a não se desfazer em sal. E se for assim, quantos de nós aprendem a respirar em águas profundas?