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Frase de Nicola Vital

MEU FORMIDÁVEL LADRAR: Este formidável silêncio noturno Muito me apraz. Quando estou dormindo para o nada... Quando nada sinto que sou Enquanto vivo... O sossego da noite que orvalha Minh ‘alma, Acentua-se no silêncio das coisas que se acalma O que mais se acentua me atordoa, O silêncio que murmura aos meus ouvidos, Coisas que não há no escuro da madrugada. Ah, não me é formidável ou apraz-me, O esparso ladrar de cães de guarda noturno Por fazer quebrar-se o noturno murmúrio do nada (...). Como eu queria ladrar à noite! Para não ser fiel aos que ladram sociedade a fio. Contudo me é formidável o estrepe essencial, De ser consciente.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.