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Frase de Carlos Daniel Dojja

Não deve ser por outra razão, senão a da nobreza imorredoura da poesia, que Byron e tantos outros, revelaram em seus muros que “aqui não se morre, passa-se vivo para o outro lado”, condição inequívoca, como nos brindou Saraiva, reiterando que “qualquer que seja o futuro, continuará a haver noites de luar, Sintra e o Tejo a correr para o mar” In Carta a Laura Saramago

Carlos Daniel Dojja

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Pensador.com

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Outras frases de Carlos Daniel Dojja

Às vezes me empresto vôos. Vou-me indo, com a percepção de que posso lançar-me a descoberta. Nunca sei o que virá depois que o passado do vento e o presente das nuvens se fundem. Teimo em fingir-me capaz de atingir infinitudes, parir-me de acontecimentos.
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Às vezes me empresto vôos. Vou-me indo, com a percepção de que posso lançar-me a descoberta. Nunca sei o que virá depois que o passado do vento e o presente das nuvens se fundem. Teimo em fingir-me capaz de atingir infinitudes, parir-me de acontecimentos. Desde isso, ponho-me asas estradeiras e olhares para o mais além do ver.

Insisto: Onde teus olhos pousaram? No voo das lágrimas que na cordilheira deságua? Entre as bordas tecidas no braseiro do tempo,
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Insisto: Onde teus olhos pousaram? No voo das lágrimas que na cordilheira deságua? Entre as bordas tecidas no braseiro do tempo, Ou agora, quando esvoaçam as borboletas no cio do teu ventre. Atrevo-me, em dar-te a resposta, irreal para os que descreem: - Vi teus olhos plantando sementes em meu peito.